Um alentejano está estendido debaixo de uma figueira de barriga para o ar e de boca aberta. Cai-lhe um figo na boca e ele fiса na mesma posição.
— Por que é que não comes o figo? - Pergunta-lhe o companheiro.
— Estou à espera que caia outro, para me empurrar este para baixo.