Um bêbado viu um enterro e correu em sua direção. — Deixe eu caregar esta alça. Não... Respondeu o ci- dadão, o morto é meu irmão. Tentou outra alça. Não... o morto é meu filho. Já sem esperanças, o bêbado tentou a última alça, ouviu novamente outro Não... é meu neto... Então muito рuто, o bêbado falou... Enfiem o di- funto no cú...
Um bêbado viu um enterro e correu em sua direção.
— Deixe eu caregar esta alça. Não... Respondeu o ci- dadão, o morto é meu irmão.
Tentou outra alça. Não... o morto é meu filho.
Já sem esperanças, o bêbado tentou a última alça, ouviu novamente outro Não... é meu neto...
Então muito рuто, o bêbado falou... Enfiem o di- funto no cú...