Um caipira recém-chegado a São Paulo, encontra-se às duas da tarde na av. paulista para atravessar no sinal. Ao ver aquele mundarel de carros, o caipira fiса desesperado e não atravessa de jeito nenhum. O guarda notando o aperto do cara pergunta: — Tá querendo atravessar? — Tô sim sinhô. Responde o caipira. — São 10 pratas, diz o guarda. — Nossa! Quero não! É muito caro! - diz o caipira. E continuou por ali, naquele vai-não-vai. Lá pelas cinco da tarde aparece uma dessas meninas com pouca roupa e muito charme, que trabalham por ali. O caipira ao ver aquele mulherão rebolando pra lá e pra cá, ficou deslumbrado e não tirava os olhos da moça. Notando o interesse dele, ela pergunta: — Vai? — Quanto é? - pergunta ele. — Cento e cinquenta! - responde ela. — Vô não moça. prefiro ir com o guarda que só cobra 10.
Um caipira recém-chegado a São Paulo, encontra-se às duas da tarde na av. paulista para atravessar no sinal. Ao ver aquele mundarel de carros, o caipira fiса desesperado e não atravessa de jeito nenhum. O guarda notando o aperto do cara pergunta:
— Tá querendo atravessar?
— Tô sim sinhô. Responde o caipira.
— São 10 pratas, diz o guarda.
— Nossa! Quero não! É muito caro! - diz o caipira. E continuou por ali, naquele vai-não-vai. Lá pelas cinco da tarde aparece uma dessas meninas com pouca roupa e muito charme, que trabalham por ali. O caipira ao ver aquele mulherão rebolando pra lá e pra cá, ficou deslumbrado e não tirava os olhos da moça. Notando o interesse dele, ela pergunta:
— Vai?
— Quanto é? - pergunta ele.
— Cento e cinquenta! - responde ela.
— Vô não moça. prefiro ir com o guarda que só cobra 10.