Um caminhoneiro vinha dirigindo por uma estrada deserta à noite. Ele lá havia percorrido 30 quilômetros sem cruzar com nenhum carro, a estrada na mais completa escuridão. Derepente ele vê um clarão na beira da estrada. Uma luz fortíssima. Curioso, ele para o caminhão e se aproxima devagar da luz intensa. Quando chega mais perto, ele vê um ser contra a luz. Certamente um alienígena. Um ser estranhíssimo, com uma cabeça enorme, pernas muito curtas, os braços arrastando no chão. O caminhoneiro respira fundo, se enche de coragem e se apresenta: — Josinaldo, terráqueo, motorista de caminhão, fazendo contato. O ser responde: — Severino, cearense, motorista da Itapemirim, fazendo cocô!
Um caminhoneiro vinha dirigindo por uma estrada deserta à noite. Ele lá havia percorrido 30 quilômetros sem cruzar com nenhum carro, a estrada na mais completa escuridão. Derepente ele vê um clarão na beira da estrada. Uma luz fortíssima.
Curioso, ele para o caminhão e se aproxima devagar da luz intensa. Quando chega mais perto, ele vê um ser contra a luz.
Certamente um alienígena. Um ser estranhíssimo, com uma cabeça enorme, pernas muito curtas, os braços arrastando no chão.
O caminhoneiro respira fundo, se enche de coragem e se apresenta:
— Josinaldo, terráqueo, motorista de caminhão, fazendo contato.
O ser responde:
— Severino, cearense, motorista da Itapemirim, fazendo cocô!