Um cara sai do serviço e todos os dias passa na frente de um hospísio, e sempre ouvia os loucos gritando a mesma coisa: — - Treeeze! Treeeze! Treeeeze! Mas como sempre estava apressado nunca tinha tempo para parar e ver o motivo de todos estes gritos, mas, certo dia, vespera de um grande feriado, o cara foi liberado do serviço mais cedo, e quando passou pelo hospísio ouviu novamente os loucos gritando a mesma coisa. E como não aguentava mais de curiosidade, subiu em um sepinho e olhou por cima do muro. Quando colocou o rosto por cima do mesmo, levou uma tijolada no rosto e caiu desmaiado. Depois de meia hоrа se acordou e ouviu os loucos gritando: — - Quatorze!Quatorze!Quatorze!Quatorze!
Um cara sai do serviço e todos os dias passa na frente de um hospísio, e sempre ouvia os loucos gritando a mesma coisa:
— - Treeeze! Treeeze! Treeeeze!
Mas como sempre estava apressado nunca tinha tempo para parar e ver o motivo de todos estes gritos, mas, certo dia, vespera de um grande feriado, o cara foi liberado do serviço mais cedo, e quando passou pelo hospísio ouviu novamente os loucos gritando a mesma coisa. E como não aguentava mais de curiosidade, subiu em um sepinho e olhou por cima do muro.
Quando colocou o rosto por cima do mesmo, levou uma tijolada no rosto e caiu desmaiado.
Depois de meia hоrа se acordou e ouviu os loucos gritando:
— - Quatorze!Quatorze!Quatorze!Quatorze!