Um cara tinha acabado de abrir um comércio Era uma farmácia simples, sendo o comércio na parte de baixo e a morada dele e da esposa no andar de cima. Numa madrugada fria e chuvosa, estão o cara e a mulher encolhidos debaixo das cobertas quando escutam uma batucada no andar de baixo. A mulher, vendo que o marido não se mexe trata de acordá-lo: — Amor, vai lá ver quem está batendo à nossa porta vai. E o homen: — É ruim hein! Com esse frio desgraçado, tu acha que eu sou maluco de ir lá em baixo. — Se não for vou fazer greve... E lá foi o cara motivado por uma força maior. Cheio de raiva, ele sai arrancando as correntes e os cadeados, levanta a porta com uma fúria de leão e cai a chuva em cima dele. É quando ele vê aquele pudim de cachaça na frente dele e a raiva aumenta mais. Ele enche o pulmão e dá um tremendo grito: — O que é????!!!!! E o bêbado, como se não fosse com ele: — Vim me pesar.
Um cara tinha acabado de abrir um comércio Era uma farmácia simples, sendo o comércio na parte de baixo e a morada dele e da esposa no andar de cima. Numa madrugada fria e chuvosa, estão o cara e a mulher encolhidos debaixo das cobertas quando escutam uma batucada no andar de baixo. A mulher, vendo que o marido não se mexe trata de acordá-lo:
— Amor, vai lá ver quem está batendo à nossa porta vai.
E o homen:
— É ruim hein! Com esse frio desgraçado, tu acha que eu sou maluco de ir lá em baixo.
— Se não for vou fazer greve...
E lá foi o cara motivado por uma força maior. Cheio de raiva, ele sai arrancando as correntes e os cadeados, levanta a porta com uma fúria de leão e cai a chuva em cima dele.
É quando ele vê aquele pudim de cachaça na frente dele e a raiva aumenta mais. Ele enche o pulmão e dá um tremendo grito:
— O que é????!!!!!
E o bêbado, como se não fosse com ele:
— Vim me pesar.