Um certo cidadão entrou em uma clínica com um frasco de Nescafé e dentro do qual havia um tolete de cocô, daqueles enormes, se dirigiu à recepção e disse à moçinha que estava atrás do balcão: — Por favor senhorita, eu quero marcar uma consulta com um oftalmologista. Vendo aquela bosta enorme dentro do frasco, a recepcionista não vacilou: — Senhor, o senhor tem que marcar lá no laboratório, um exame de fezes. Mas o homem retrucou: — Minha filha, eu falei que quero marcar um oftalmologista e pronto! E a recepcionista respondeu: — Mas senhor! O senhor tem que marcar lá no laboratório, um exame de fezes. Mas o homem insistia. Diante da insistência do cidadão, a recepcionista resolveu marcar a consulta como ele pedia. Daí então ele ouviu: — Sr. Fulano de Tal entre à sala 4. Ele levantou-se todo feliz e antes mesmo que entrasse na sala, o médico vendo o frasco foi muito gentil e lhe disse: — Desculpe senhor, mas o laboratório é no outro corredor. — Não doutor, eu quero falar é com o senhor, que é oftalmologista, não é? — Sim, sou eu! Diante da insistência do cara o médico resolveu atender e disse: — Então, meu senhor, o que é que o senhor tem? O homem botou o frasco em cima da mesa e perguntou: — Doutor, porque é que toda vez que eu boto um desses, sai uma lágrima do meu olho?
Um certo cidadão entrou em uma clínica com um frasco de Nescafé e dentro do qual havia um tolete de cocô, daqueles enormes, se dirigiu à recepção e disse à moçinha que estava atrás do balcão:
— Por favor senhorita, eu quero marcar uma consulta com um oftalmologista.
Vendo aquela bosta enorme dentro do frasco, a recepcionista não vacilou:
— Senhor, o senhor tem que marcar lá no laboratório, um exame de fezes.
Mas o homem retrucou:
— Minha filha, eu falei que quero marcar um oftalmologista e pronto!
E a recepcionista respondeu:
— Mas senhor! O senhor tem que marcar lá no laboratório, um exame de fezes.
Mas o homem insistia. Diante da insistência do cidadão, a recepcionista resolveu marcar a consulta como ele pedia. Daí então ele ouviu:
— Sr. Fulano de Tal entre à sala 4.
Ele levantou-se todo feliz e antes mesmo que entrasse na sala, o médico vendo o frasco foi muito gentil e lhe disse:
— Desculpe senhor, mas o laboratório é no outro corredor.
— Não doutor, eu quero falar é com o senhor, que é oftalmologista, não é?
— Sim, sou eu!
Diante da insistência do cara o médico resolveu atender e disse:
— Então, meu senhor, o que é que o senhor tem?
O homem botou o frasco em cima da mesa e perguntou:
— Doutor, porque é que toda vez que eu boto um desses, sai uma lágrima do meu olho?