Um dia foi o cunhado visitar um parente lá na roça. Quando chegou, viu que o compadre tava se arrumando pra ir caçar disse: — Oi compadre, como é que vai? E o compadre respondeu: — To bem. — Ta indo caçar? — To sim, respondeu o compadre. — Então venho outro dia. — Não, Não,vamo junto comigo. — Está bem, vamos. E foi o compadre e o homem da cidade, daí o compadre foi na casinha do seu сасhоrrо soltá-lo e o homem da cidade perguntou: — O que o compadre tá fazendo? — Não ta vendo, to soltando o Baito. — Mas porquê compadre? perguntou o homem da cidade. — Porque quando eu solto o Baito ele vai correndo debaixo da árvore onde estão os Bugius. No que o compadre soltou o Baito, foi a 100 por hоrа debaixo de uma árvore. Quando virão, o Baito olhando para cima e chorando, lá tava o Bugil, o compadre pegou a espingarda e dois tiro, no que caiu o bugiu, o Baito correu e fudeu o Bugiu, e o compadre disse: — Chega Baito, vamo pegar outro. E saiu a 100 por hоrа denovo. Devolta o Baito debaixo de uma árvore, olhando pra cima e chorando, e denovo um Bugil, o compadre pegou a espingarda, deu dois tiros, matou o Bugil e o Baito foi e fundeu o Bugil denovo. E o compadre disse: — Chega Baito, vamo pegar mais um. E o homem da cidade só olhando bem quieto e seguindo o compadre. Denovo o Baito debaixo de uma árvore, olhando para cima e chorando, o compadre deu um tiro, matou o Bugil, mas o Bugil ficou preso no galho, o compadre carregou a espingarda e deu mais dois tiros e nada do Bugil descer e o homem da cidade disse: — Vamos compadre, deixe esse Bugil para trás. E o compadre disse: — Não, se eu não tirar aquele Bugil, o Baito não sai daqui, vou ter que subir na árvore. O pior que era uma árvore que manchava a roupa e o compadre teve que tirar o roupa para subir e falou para o homem da cidade: — Fique com a espingarda. — Porquê compadre? — Porque se por ventura eu cair antes que o Bugil, você mata o Baito.
Um dia foi o cunhado visitar um parente lá na roça.
Quando chegou, viu que o compadre tava se arrumando pra ir caçar disse:
— Oi compadre, como é que vai?
E o compadre respondeu:
— To bem.
— Ta indo caçar?
— To sim, respondeu o compadre.
— Então venho outro dia.
— Não, Não,vamo junto comigo.
— Está bem, vamos.
E foi o compadre e o homem da cidade, daí o compadre foi na casinha do seu сасhоrrо soltá-lo e o homem da cidade perguntou:
— O que o compadre tá fazendo?
— Não ta vendo, to soltando o Baito.
— Mas porquê compadre? perguntou o homem da cidade.
— Porque quando eu solto o Baito ele vai correndo debaixo da árvore onde estão os Bugius.
No que o compadre soltou o Baito, foi a 100 por hоrа debaixo de uma árvore. Quando virão, o Baito olhando para cima e chorando, lá tava o Bugil, o compadre pegou a espingarda e dois tiro, no que caiu o bugiu, o Baito correu e fudeu o Bugiu, e o compadre disse:
— Chega Baito, vamo pegar outro. E saiu a 100 por hоrа denovo.
Devolta o Baito debaixo de uma árvore, olhando pra cima e chorando, e denovo um Bugil, o compadre pegou a espingarda, deu dois tiros, matou o Bugil e o Baito foi e fundeu o Bugil denovo.
E o compadre disse:
— Chega Baito, vamo pegar mais um. E o homem da cidade só olhando bem quieto e seguindo o compadre.
Denovo o Baito debaixo de uma árvore, olhando para cima e chorando, o compadre deu um tiro, matou o Bugil, mas o Bugil ficou preso no galho, o compadre carregou a espingarda e deu mais dois tiros e nada do Bugil descer e o homem da cidade disse:
— Vamos compadre, deixe esse Bugil para trás.
E o compadre disse:
— Não, se eu não tirar aquele Bugil, o Baito não sai daqui, vou ter que subir na árvore.
O pior que era uma árvore que manchava a roupa e o compadre teve que tirar o roupa para subir e falou para o homem da cidade:
— Fique com a espingarda.
— Porquê compadre?
— Porque se por ventura eu cair antes que o Bugil, você mata o Baito.