Um homem entra esbaforido na emergência do hospital com uma faca enfiada na barriga. Encontra um médico e vai falando: — Doutor, me acuda, doutor. Estou morrendo, doutor. Minha mulher enfiou essa faca na minha barriga, doutor. — O senhor me desculpe, mas meu expediente já acabou e hoje eu não posso fazer hоrа extra. — Doutor, eu vou morrer, doutor. Me ajude. — Já disse que hoje, não. O senhor devia ter chegado mais cedo. Volte amanhã. — Doutor, por favor, doutor. Se o senhor não tirar essa faca daí eu morro. Impaciente com todo aquele transtorno, o médico arranca a faca da barriga, espeta ela no olho do homem e diz apontando para uma porta: — Ali naquela sala tem um oculista de plantão. Vá lá falar com ele.
Um homem entra esbaforido na emergência do hospital com uma faca enfiada na barriga. Encontra um médico e vai falando:
— Doutor, me acuda, doutor. Estou morrendo, doutor. Minha mulher enfiou essa faca na minha barriga, doutor.
— O senhor me desculpe, mas meu expediente já acabou e hoje eu não posso fazer hоrа extra.
— Doutor, eu vou morrer, doutor. Me ajude.
— Já disse que hoje, não. O senhor devia ter chegado mais cedo. Volte amanhã.
— Doutor, por favor, doutor. Se o senhor não tirar essa faca daí eu morro.
Impaciente com todo aquele transtorno, o médico arranca a faca da barriga, espeta ela no olho do homem e diz apontando para uma porta:
— Ali naquela sala tem um oculista de plantão. Vá lá falar com ele.