Um homem, num momento de desespero, sobe num terraço de um edifício para se suícidar. Lá do alto, ele encherga um indivíduo que sem os dois braços pula e se remexe. — Meu Deus, disse o suicida: lá está uma pessoa que mesmo sem os dois braços não perdeu a alegria de viver. Vou descer e perguntar a ele a fonte de tanta força de vontade e alegria. Ao descer, o suicida foi até o homem sem os dois braços e perguntou: — Meu amigo, eu estava a ponto de tirar minha vida, só não o fiz porque o vi lá de cima pulando de alegria mesmo não tendo ambos os braços. ME diga de onde vem tanta força de viver? — Que pulando de alegria o quê!!!! Voce não sabe o quanto é difícil coçar o cu sem poder usar os braços.
Um homem, num momento de desespero, sobe num terraço de um edifício para se suícidar.
Lá do alto, ele encherga um indivíduo que sem os dois braços pula e se remexe.
— Meu Deus, disse o suicida: lá está uma pessoa que mesmo sem os dois braços não perdeu a alegria de viver. Vou descer e perguntar a ele a fonte de tanta força de vontade e alegria.
Ao descer, o suicida foi até o homem sem os dois braços e perguntou:
— Meu amigo, eu estava a ponto de tirar minha vida, só não o fiz porque o vi lá de cima pulando de alegria mesmo não tendo ambos os braços. ME diga de onde vem tanta força de viver?
— Que pulando de alegria o quê!!!! Voce não sabe o quanto é difícil coçar o cu sem poder usar os braços.