Um jovem japonês estava muito mal, num hospital na grande São Paulo. Uma senhora gorda e idosa, que estava no mesmo hospital como voluntária, para confortar os doentes, entra no quarto do japa. Ela se senta na cama, bem juntinho do doente, começa a alisar o cabelo dele e puxa assunto: — Tão jovem e já passando por este sofrimento, é difícil, não meu filho? Em que cidade você mora? E o japonês, fazendo muito esforço para falar: — Soro... Ca... Ba... — Que coincidência! Tenho uma irmã que mora em Sorocaba também! Se chama Marta, você conhece? E o japonês, com aquele fiozinho de voz: — Soro... Ca... Ba... — É, foi isso que eu disse! Ela mora em Sorocaba! Então você conhece? — Soro... Ca... Ba... - diz o rapaz. — Isso eu já entendi! Eu perguntei se você conhece minha irmã! A mulher mal completa a frase e o japonês toma um fôlego grande, reúne suas últimas forças e grita: — Japonês non conhece sorocaba, sua imbecíra! Japonês tentando expricar que soro caba se senhora continua sentada no mangueirinha!
Um jovem japonês estava muito mal, num hospital na grande São Paulo. Uma senhora gorda e idosa, que estava no mesmo hospital como voluntária, para confortar os doentes, entra no quarto do japa.
Ela se senta na cama, bem juntinho do doente, começa a alisar o cabelo dele e puxa assunto:
— Tão jovem e já passando por este sofrimento, é difícil, não meu filho? Em que cidade você mora?
E o japonês, fazendo muito esforço para falar:
— Soro... Ca... Ba...
— Que coincidência! Tenho uma irmã que mora em Sorocaba também! Se chama Marta, você conhece?
E o japonês, com aquele fiozinho de voz:
— Soro... Ca... Ba...
— É, foi isso que eu disse! Ela mora em Sorocaba!
Então você conhece?
— Soro... Ca... Ba... - diz o rapaz.
— Isso eu já entendi! Eu perguntei se você conhece minha irmã!
A mulher mal completa a frase e o japonês toma um fôlego grande, reúne suas últimas forças e grita:
— Japonês non conhece sorocaba, sua imbecíra! Japonês tentando expricar que soro caba se senhora continua sentada no mangueirinha!