Um mineirinho, mas desses bem capiau mesmo, da roça, resolveu ir ao médico. >No consultório, o doutor o examinou, constatou seu problema e receitou um >supositório. Ao pegar o supositório, o mineirim olhou para o médico, que >recomendou: >- Olha, esse comprimido não é pra beber não, hein! É pra você colocar no >reto. >O capiau olhou interrogativamente para o doutor e repetiu: >-No reto, dotô? >- Isso mesmo - respondeu o médico. >O mineiro se levantou, despediu-se e foi embora, encafifado. Quando Estava >na recepção, voltou ao consultório e perguntou: >- Onde mesmo, dotô? No reto? >- Isso, no reto, ou seja, no ânus! >- Ah, bão, no ânus! Intão tá bão! >E foi embora, encabulado. Ao chegar em casa, comentou com a mulher: >- Tá vendo esse comprimido, muié? O dotô mandô colocar no ânus... >A mulher perguntou: >- Mas o que é isso? >- Num sei, só sei que é um tar de reto também. >E ambos ficaram a matutar, sem saber do que se tratava. No dia seguinte, o >capiau resolve enfrentar o médico outra vez. Com o supositório na mão, >voltou ao consultório, encarou o doutor e perguntou: >- Dotô, onde mesmo que é pra eu botá esse comprimidim? >- No ânus! - respondeu o médico, sem desconfiar da dúvida do caipira, que >coçou a cabeça, agradeceu e foi-se embora. Ao chegar em casa, disse à >mulher: >- Muié, me faiz um favô. Vai lá ocê no dotô e pergunta pra ele onde é pra >pô esse comprimido, porque se eu vortá lá e perguntá de novo, é capaz dele >enfezá e mandá eu infiá isso no cú !!!
Um mineirinho, mas desses bem capiau mesmo, da roça, resolveu ir ao médico.
>No consultório, o doutor o examinou, constatou seu problema e receitou um >supositório. Ao pegar o supositório, o mineirim olhou para o médico, que >recomendou:
>- Olha, esse comprimido não é pra beber não, hein! É pra você colocar no >reto.
>O capiau olhou interrogativamente para o doutor e repetiu:
>-No reto, dotô?
>- Isso mesmo - respondeu o médico.
>O mineiro se levantou, despediu-se e foi embora, encafifado. Quando Estava >na recepção, voltou ao consultório e perguntou:
>- Onde mesmo, dotô? No reto?
>- Isso, no reto, ou seja, no ânus!
>- Ah, bão, no ânus! Intão tá bão!
>E foi embora, encabulado. Ao chegar em casa, comentou com a mulher:
>- Tá vendo esse comprimido, muié? O dotô mandô colocar no ânus...
>A mulher perguntou:
>- Mas o que é isso?
>- Num sei, só sei que é um tar de reto também.
>E ambos ficaram a matutar, sem saber do que se tratava. No dia seguinte, o >capiau resolve enfrentar o médico outra vez. Com o supositório na mão, >voltou ao consultório, encarou o doutor e perguntou:
>- Dotô, onde mesmo que é pra eu botá esse comprimidim?
>- No ânus! - respondeu o médico, sem desconfiar da dúvida do caipira, que >coçou a cabeça, agradeceu e foi-se embora. Ao chegar em casa, disse à >mulher:
>- Muié, me faiz um favô. Vai lá ocê no dotô e pergunta pra ele onde é pra >pô esse comprimido, porque se eu vortá lá e perguntá de novo, é capaz dele >enfezá e mandá eu infiá isso no cú !!!