Um portuga havia acabado de se mudar para o Brasil e comprou uma casa daquelas do século passado. Chegando a casa, ele reparou que havia muitas baratas, e sem pestanejar foi ao armazém da esquina e pediu a para a atendente: — Por favor, minha filha, podes me vere 100 gramas de naftalina. A cordial atendente respondeu: — Claro. Cinco minutos depois me volta o português e faz outro pedido: — Por favor, minha filha, podes me dar 500 gramas de naftalina. A atendente ficou indignada mas atendeu seu pedido. Meia hоrа depois... ó cidadão luso me volta, so que pedindo agora 1 quilo de naftalina. A atendente, mais indignada ainda, não se aguentou e perguntou: — Poxa, seu Manoel, o senhor ja comprou quase dois quilos de naftalina e não matou todas as baratas, como pode, se com 6 dúzia eu mato todas lá de casa. O português respondeu a pergunta da moça. — Mas isso porque tu tens boa pontaria...
Um portuga havia acabado de se mudar para o Brasil e comprou uma casa daquelas do século passado.
Chegando a casa, ele reparou que havia muitas baratas, e sem pestanejar foi ao armazém da esquina e pediu a para a atendente:
— Por favor, minha filha, podes me vere 100 gramas de naftalina.
A cordial atendente respondeu:
— Claro.
Cinco minutos depois me volta o português e faz outro pedido:
— Por favor, minha filha, podes me dar 500 gramas de naftalina.
A atendente ficou indignada mas atendeu seu pedido.
Meia hоrа depois... ó cidadão luso me volta, so que pedindo agora 1 quilo de naftalina.
A atendente, mais indignada ainda, não se aguentou e perguntou:
— Poxa, seu Manoel, o senhor ja comprou quase dois quilos de naftalina e não matou todas as baratas, como pode, se com 6 dúzia eu mato todas lá de casa.
O português respondeu a pergunta da moça.
— Mas isso porque tu tens boa pontaria...