Um português tinha emigrado para o Brasil e era muito popular, toda a gente o conhecia. Certo dia havia festa na cidade, toda a população tinha saído à rua e o prefeito preparava-se para discursar. Ao português dá-lhe uma grande vontade de саgаr, mas como não tinha nenhum canto para satisfazer a sua necessidade fisiológica pois tinha tanta gente por todo o lado lembrou-se de ir саgаr à amurada do castélo onde o prefeito estava a discursar. Pôe o seu belo cu de fora e... TRAS... mesmo na cabeça do prefeito... O edil volta-se e vê o belo cu do português e exclama... — Ò português do cara...; o que precisavas agora filho da p...? — Uma tira grande de papel para limpar o cu, sr. prefeito.
Um português tinha emigrado para o Brasil e era muito popular, toda a gente o conhecia.
Certo dia havia festa na cidade, toda a população tinha saído à rua e o prefeito preparava-se para discursar.
Ao português dá-lhe uma grande vontade de саgаr, mas como não tinha nenhum canto para satisfazer a sua necessidade fisiológica pois tinha tanta gente por todo o lado lembrou-se de ir саgаr à amurada do castélo onde o prefeito estava a discursar.
Pôe o seu belo cu de fora e... TRAS... mesmo na cabeça do prefeito...
O edil volta-se e vê o belo cu do português e exclama...
— Ò português do cara...; o que precisavas agora filho da p...?
— Uma tira grande de papel para limpar o cu, sr. prefeito.