Um velhinho viajava sentado no banco da frente do ônibus. Toda vez, que o veículo fazia uma curva o coroa ia junto, virando pro lado. Aá, aquela molecada de colégio que lotava o ônibus gritava: — Segura o vovô, segura o vovô!!! Nesse momento, toda a atenção se voltava para o velhinho e logo um cara ia lá e colocava o velho na posição certa novamente. O ônibus fazia outra curva e lá ia o velhinho se entortando todo, de novo. E a galera novamente: — Segura o vovô, segura o vovô!!! E sempre aparecia um voluntário para posicionar o velhinho certinho no banco, mais uma vez. E assim continou a viagem inteira, até que lá pela décima vez quando berraram: — Segura o vovô, segura o vovô!!! O vovô implorou: — Ahh, meus filhinhos, deixem o vovô, ao menos uma vez, soltar um peidinho...
Um velhinho viajava sentado no banco da frente do ônibus. Toda vez, que o veículo fazia uma curva o coroa ia junto, virando pro lado. Aá, aquela molecada de colégio que lotava o ônibus gritava:
— Segura o vovô, segura o vovô!!!
Nesse momento, toda a atenção se voltava para o velhinho e logo um cara ia lá e colocava o velho na posição certa novamente.
O ônibus fazia outra curva e lá ia o velhinho se entortando todo, de novo.
E a galera novamente:
— Segura o vovô, segura o vovô!!!
E sempre aparecia um voluntário para posicionar o velhinho certinho no banco, mais uma vez. E assim continou a viagem inteira, até que lá pela décima vez quando berraram:
— Segura o vovô, segura o vovô!!!
O vovô implorou:
— Ahh, meus filhinhos, deixem o vovô, ao menos uma vez, soltar um peidinho...