Únicos sobreviventes de um naufrágio, um rico empresário e a sua esposa conseguem nadar até uma ilha deserta. Dois dias depois, como não havia nem sinal de resgate, a mulher entra em desespero. — Calma, amorzinho! — aconselha ele. — Amanhã, nós vamos sair daqui! — Como? — É simples! Todo ano, no último dia de maio, eu costumo doar cem mil dólares à minha igreja. — E daí? — pergunta a mulher. — Amanhã é dia 31 de maio. Tenho certeza de que eles vão me encontrar!
Únicos sobreviventes de um naufrágio, um rico empresário e a sua esposa conseguem nadar até uma ilha deserta.
Dois dias depois, como não havia nem sinal de resgate, a mulher entra em desespero.
— Calma, amorzinho! — aconselha ele. — Amanhã, nós vamos sair daqui!
— Como?
— É simples! Todo ano, no último dia de maio, eu costumo doar cem mil dólares à minha igreja.
— E daí? — pergunta a mulher.
— Amanhã é dia 31 de maio. Tenho certeza de que eles vão me encontrar!