Certo dia um cara que tinha o pinto pequeno, como o de uma criança de cinco anos, estava em uma festa quando viu uma loira deliciosa. Não se aguentou de desejo e resolveu investir. Aproximou-se e puxou uma conversa. Tanto fez que conseguiu sair com a loira para um lugar mais privado. Começou então, e quando o clima começou a esquentar ele disse: — Deixa, vai? E ela respondia: — Não, de jeito nenhum. — Deixa, rapidinho. — Não! — disse ela, irredutível. — Vai, deixa, só a cabecinha, só a cabecinha! — Tá legal. Só a cabecinha, hein? Como ele tinha o pinto pequeno, não pensou duas vezes e colocou tudo. Ela adorou a sensação e gritou enlouquecida: — Ai, que delícia, coloca tudo, vai! Ele parou tudo e disse: — Não, trato é trato!
Certo dia um cara que tinha o pinto pequeno, como o de uma criança de cinco anos, estava em uma festa quando viu uma loira deliciosa. Não se aguentou de desejo e resolveu investir. Aproximou-se e puxou uma conversa. Tanto fez que conseguiu sair com a loira para um lugar mais privado. Começou então, e quando o clima começou a esquentar ele disse:
— Deixa, vai?
E ela respondia:
— Não, de jeito nenhum.
— Deixa, rapidinho.
— Não! — disse ela, irredutível.
— Vai, deixa, só a cabecinha, só a cabecinha!
— Tá legal. Só a cabecinha, hein?
Como ele tinha o pinto pequeno, não pensou duas vezes e colocou tudo. Ela adorou a sensação e gritou enlouquecida:
— Ai, que delícia, coloca tudo, vai!
Ele parou tudo e disse:
— Não, trato é trato!