Dia 31 de dezembro, as 11h30 da noite. Uma bela loira se aproxima de uma ponte disposta a cometer um suicídio. Antes que consumasse o ato, eis que ela é puxada por um velhinho simpático barbudo e de roupa vermelha. Ele diz: — Por favor, não faça isso! — Me larga, Eu quero morrer! — Uma menina bonita como você? Pelo menos me diga o motivo. — Esta tarde, ... SNIFF ..., meu patrão me despediu. — Roubaram meu carro novo e quando chego em casa... SNIFF... eu soube, que meu namorado me trocou, pela minha melhor amiga e ainda roubou o meu dinheiro... SNIFF... Isso é demais. Eu quero morrer! — Calma! Eu posso ajudar você. — SNIFF. Pode? Mas, como? — Olha! Eu não estou disfarçado... Eu sou o Papai Noel de verdade! Todo ano eu venho à Terra trazer felicidade. Então, você vai pra casa; seu carro estará em frente à sua porta; Seu namorado vai estar sorrindo para você, e seu patrão vai lhe recontratar e lhe dar um aumento salarial. Esse é o meu milagre de natal. — Que maravilha!! E como posso agradecer-lhe? — Hum... bem... você sabe... No céu não temos de tudo... Que tal uma chupadinha? — O quê? Bem... Não esperava isso... Mas, como você foi tão bonzinho, eu concordo. Após alguns minutos de "serviço prestado", o Papai Noel continua: — MMM! Foi maravilhoso!! A propósito, qual a sua idade? — Slurp... 22, por quê? — Você tem 22 anos e ainda acredita em Papai Noel? — Impressionante - resmunga ele e sai assoviando satisfeito, dali.
Dia 31 de dezembro, as 11h30 da noite. Uma bela loira se aproxima de uma ponte disposta a cometer um suicídio. Antes que consumasse o ato, eis que ela é puxada por um velhinho simpático barbudo e de roupa vermelha. Ele diz:
— Por favor, não faça isso!
— Me larga, Eu quero morrer!
— Uma menina bonita como você? Pelo menos me diga o motivo.
— Esta tarde, ... SNIFF ..., meu patrão me despediu.
— Roubaram meu carro novo e quando chego em casa...
SNIFF... eu soube, que meu namorado me trocou, pela minha melhor amiga e ainda roubou o meu dinheiro...
SNIFF... Isso é demais. Eu quero morrer!
— Calma! Eu posso ajudar você.
— SNIFF. Pode? Mas, como?
— Olha! Eu não estou disfarçado... Eu sou o Papai Noel de verdade! Todo ano eu venho à Terra trazer felicidade. Então, você vai pra casa; seu carro estará em frente à sua porta; Seu namorado vai estar sorrindo para você, e seu patrão vai lhe recontratar e lhe dar um aumento salarial. Esse é o meu milagre de natal.
— Que maravilha!! E como posso agradecer-lhe?
— Hum... bem... você sabe... No céu não temos de tudo... Que tal uma chupadinha?
— O quê? Bem... Não esperava isso... Mas, como você foi tão bonzinho, eu concordo.
Após alguns minutos de "serviço prestado", o Papai Noel continua:
— MMM! Foi maravilhoso!! A propósito, qual a sua idade?
— Slurp... 22, por quê?
— Você tem 22 anos e ainda acredita em Papai Noel?
— Impressionante - resmunga ele e sai assoviando satisfeito, dali.