Dia do Juízo Final. Milhões de pessoas começam a ressuscitar e vão se apresentando para um velhinho que ia indicando onde as pessoas deveriam ficar. — Nome e profissão? — Orestes Quércia, político! — Ala 75! (devia ser o inferno) - Nome? — Madre Tereza de Calcutá, madre! — Ala 22! (devia ser o céu) Nisso, Jesus Cristo se aproxima do homem e pergunta: — O senhor sabe onde está o meu pai? — Ala 32, segunda fileira, terceiro assento! Ao chegar no local indicado, Jesus vê um velhinho caindo aos pedaços e não o reconhece. — Por favor, eu gostaria de falar com o senhor. — O que você quer? — O senhor por acaso era marceneiro, lá na terra? — Sim, era! — Tinha um filho que ficou muito famoso? — Bem... não era meu filho, mas eu o tratava como se fosse! Louco de alegria, Jesus o abraça e grita: — Papai! E o velhinho: — Pinóquio!
Dia do Juízo Final.
Milhões de pessoas começam a ressuscitar e vão se apresentando para um velhinho que ia indicando onde as pessoas deveriam ficar.
— Nome e profissão?
— Orestes Quércia, político!
— Ala 75! (devia ser o inferno) - Nome?
— Madre Tereza de Calcutá, madre!
— Ala 22! (devia ser o céu) Nisso, Jesus Cristo se aproxima do homem e pergunta:
— O senhor sabe onde está o meu pai?
— Ala 32, segunda fileira, terceiro assento!
Ao chegar no local indicado, Jesus vê um velhinho caindo aos pedaços e não o reconhece.
— Por favor, eu gostaria de falar com o senhor.
— O que você quer?
— O senhor por acaso era marceneiro, lá na terra?
— Sim, era!
— Tinha um filho que ficou muito famoso?
— Bem... não era meu filho, mas eu o tratava como se fosse!
Louco de alegria, Jesus o abraça e grita:
— Papai!
E o velhinho:
— Pinóquio!