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O promotor de justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada. Para começar a construir uma linha de argumentação, o promotor pergunta para a velhinha:
— Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem eu sou e o que faço?
Responde a Testemunha:
— Claro que eu o conheço, Carlinhos! Eu o conheci ainda bebê. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade você é apenas um coitado. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O promotor fiса petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fiса mudo,olhando para o juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
— E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
— O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou.
Neste momento, o juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
— Se um de vocês perguntar a esta velha filha da рuта se ela me conhece, vai sair dessa sala preso! Fui claro?
O sujeito era bem dotado, mas exageradamente bem dotado: seu instrumento media 50 cm! Na realidade ele não era assim tão feliz, como muitos poderiam imaginar. Tinha sempre que comprar calças largas, para poder amarrar o dito cujo na coxa. Urinar era um pesadelo, imaginem... As garotas desmaiavam só de imaginar. Um dia estava ele a chorar as mágoas com um amigo, comentando sobre seus sofrimentos.
O amigo disse:
— Mas isso não tem problema! Você não sabe que existe uma sapinha na floresta?
— Como assim?
— Você vai lá, e pergunta pra ela se ela quer casar com você.
Ela vai responder não e com isso seu раu vai encolher dez centímetros.
— Sério! Vou lá amanhã cedo.
Lá chegando, nosso amigo não teve dificuldades para achar a sapinha.
— Sapinha, você quer casar comigo?
— Não!
Voltando para casa ele foi direto pro banheiro, de régua na mão: 40 cm! Radiante com a encurtada saiu para uma volta, e começou a pensar: Na realidade 50 ou 40, ainda é impraticável. Vou voltar na floresta novamente.
— Sapinha, você quer casar comigo?
— Não!
E mediu novamente: 30 cm! Ele pensou: Hummm, melhor que antes, mas talvez com 20. Aí sim, as meninas iriam vibrar. E lá voltou ele:
— Sapinha, você quer casar comigo?
— Eu já disse: Não! Não! Não!
Um brasileiro, visitando Buenos Aires, saiu para passear com seu amigo argentino, que o levou para conhecer o famoso obelisco, um dos "cartões postais" da cidade portenha. Maravilhado, o brasileiro, comentou:
— Que belo monumento! Olha só o tamanho!
O argentino pergunta:
— Sabes em qual modelo foi inspirado?
— Não imagino. Algo tão grandioso... — responde o brasileiro.
— Foi no pênis do meu pai! — diz o argentino, com um sorrisinho sacana.
O brasileiro deu uma risadinha amarela, ficou pê da vida com o cara, mas deixou de lado.
No dia seguinte, o argentino telefonou e combinaram um encontro no mesmo lugar, junto ao obelisco. Quando o argentino chegou, viu o brasileiro com mais 10 pessoas, todos de mãos dadas, circundando o monumento.
— O que é isso? O que vocês estão fazendo? — pergunta o argentino, curioso.
O brasileiro, com a cara mais cínica do mundo, disse:
— Estamos tentando calcular o tamanho da vаginа da tua mãe.
Haviam três amigas, uma loira, uma morena e uma ruiva, passeando de carro no deserto. De repente, o carro que elas estavam quebra, e a ruiva fala:
— Tive uma ideia, vamos cada uma pegar uma parte do carro que vamos usar. Eu vou levar os bancos, que se der canseira eu me sento.
— Eu vou levar a água, se me der sede eu bebo! — diz a morena.
— Eu vou levar o vidro! — diz a loira.
Não entendendo nada, a ruiva pergunta:
— Mas por que você vai levar o vidro?
— Dã! Porque nesse calor, eu posso abrir o vidro!
O português Manoel vai passando em frente a uma livraria e vê um amigo saindo com um livro debaixo do braço.
— Que livro é esse? — ele pergunta, curioso.
— Um livro sobre lógica.
— Lógica?! O que é isso?!
— Eu vou te dar um exemplo. Você tem aquário em casa?
— Tenho!
— Então, se você tem aquário em casa, logicamente tem água dentro!
— É, tem sim!
— Se você tem aquário e ele tem água, logicamente tem um peixe dentro!
— Acertou de novo!
— Se você tem um aquário com água e peixes, é provável que você tenha uma ou mais crianças em casa.
— Sim, tenho dois filhos!
— Se você tem filhos, logicamente, você não é gаy! Entendeu, Manoel?
— Entendi! Que legal! — E fiса tão entusiasmado que acaba comprando um exemplar também.
No caminho encontra um outro amigo que lhe pergunta:
— Que livro é esse, Manoel?
— É um livro sobre lógica!
— Lógica? O que é isso?
— Eu vou te dar um exemplo: você tem aquário em casa?
— Não!
— Então, logicamente, você é um viаdо!
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário. Chutava pra cá, chutava pra lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada. Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.
Tempo depois o seu pai entra para se "desocupar" e nem notou a bola. Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço. Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fесаl! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:
— Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!
— Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!
— Que exagerando, o quê, meu! Eu tô olhando pra esse "merdel" todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!
— Bom, eu já tava indo pra casa; aproveito e passo aí que é caminho!
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.
— Olá, Anselmo, cadê o negócio que vô... Nossa mãe do céu! Que é isso? O que você comeu, criatura?
— Não falei? Agora tá acreditando, né?
— Nossa! Isso é inacreditável!
— E então, será que eu tenho algum problema sério?
— Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e quando espeta o "bolo" para coletar uma amostra do material... e BUMMM! A bexiga estoura e vôa меrdа pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio. Os dois, embosteados, se olham e, estupefato, o médico berra:
— Рuта que pariu! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas реidо com casca, nunca!
Alfredo e Juvenal eram grandes amigos desde a infância.
Quando Alfredo se casou, convidou Juvenal para padrinho e aí ele percebeu que a mulher do seu melhor amigo vivia arrastando suas asas para ele.
Em nome da amizade, ele sempre desconversava quando a garota lhe vinha com indiretas. Até que um dia, ele estava no trabalho e recebeu um telefonema dela:
— O Alfredo viajou e eu estou aqui em casa, na beira na piscina... me sentindo tão solitária... por que você não vem me fazer companhia?
Lealdade tem limites. Juvenal resolveu aceitar o convite.
Chegando lá, encontrou a porta aberta e foi entrando.
Andou pela casa inteira e não encontrou ninguém. Ao chegar na suíte, ouviu o ruído da água do chuveiro. Tirou a roupa e deitou-se na cama, aguardando ansiosamente a porta do banheiro se abrir.
Alguns minutos depois, a porta se abre e aparece o Alfredo.
— O que é isso Juvenal? O que você está fazendo aí pelado na minha cama?
E ele, sem perder o rebolado:
— Pois é, rapaz... Sexta-feira, eu estava lá no escritório sem nada para fazer, olhei para o relógio, eram duas e quinze da tarde, aí eu pensei:
"Quer saber de uma coisa? Vou dar a bunda para o Alfredo!"
Dois assaltantes portugueses invadiram um banco muito movimentado, renderam todos que estavam lá dentro e foram direto até os cofres, que ficavam nos fundos da empresa.
Manoel arrombou o primeiro e disse para o amigo Joaquim:
— Mas que diabos.. Olha só! Aqui não tem dinheiro! Só tem iogurte!
— Oh raios! Mas que coisa estranha! Bem, mas se está no cofre, deve ser um iogurte muito bom! Então vamos tomar, ora pois!
Depois de acabarem com todos os potes de iogurte do primeiro cofre, correram para o segundo. Este Joaquim abriu.
— Não acredito! — gritou ele — Mas este também só tem iogurte!
Ora raios, mas de novo.... iogurte, iogurte e mais iogurte! — disse Manoel, já empapuçado, olhando para um dos seguranças rendidos.
— Mas que porcaria de banco é esse, que só tem iogurte? O segurança olha para os dois portugueses e diz, em voz baixa:
— É porque esse daqui é apenas um Banco de Esperma, senhores!
E ia o anãozinho pro trabalho quando ao passar perto de um beco é surpreendido por um negão de quase dois metros de altura:
— Ei, nanico, você até que é jeitosinho, hein?
E CRAU no anãozinho!!
— Ô baixinho, não esquenta a cabeça: se perguntarem pode falar que foi você quem me traçou, certo?
No dia seguinte o nanico foi mais esperto e tomou outro caminho. E não é que ele encontrou o mesmo "cavalheiro" do dia anterior?
— Opa, olha só quem vem lá... já estava com saudades!
E CRAU de novo no anão.
— Ô, baixote, como eu já te falei, se você quiser, pode falar pra todo mundo que foi você quem me traçou!
No dia seguinte, mais prevenido, o baixinho chamou um amigo seu, também anão, pra acompanhá-lo. No meio do caminho avistam do outro lado da rua, o negão e então ele comenta com o amigo:
— Tá vendo aquele negão ali? Sabia que eu já tracei ele?
— Eu também. Vamos correr!
Duas amigas íntimas, muito bem casadas (com seus respectivos maridos) resolveram quebrar a rotina e sair juntas, em um sábado à noite.
Depois de encher a cara e falar da vida alheia a noite toda elas resolveram voltar pra casa, caindo de bêbadas.
No caminho, uma delas falou:
— Fê, pára o carro! Eu preciso fazer xixi!
— Que coincidência! — disse a amiga Rê, parando o carro, em frente a um cemitério.
Então elas desceram, se abaixaram e começaram a mijar, na frente de um túmulo.
— Caraca! — gritou Rê — Como é que eu vou me secar? Não posso ficar ensopada desse jeito... Enquanto ela falava, Fê tirou a calcinha, se secou e jogou a dita cuja fora.
— O quê? — gritou Rê, indignada — Nunca que eu vou jogar a minha lingerie de grife fora... Eu prefiro me secar com isso aqui! — e se limpou com a fita de uma coroa de flores.
No dia seguinte, os maridos, que também eram muito amigos, comentavam:
— Rapaz, a gente tem que ficar de olho nas nossas mulheres! Você acredita que ontem a Fê chegou em casa sem calcinha?
— Putz, isso não é nada! — falou o amigo — Pior foi a Rê que chegou com uma faixa presa no rаво, escrito:
"Jamais te Esqueceremos".