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O pessoal tava tomando "umas" num bar de beira de estrada, quando um metido a esperto, diz ao minerim:
— Ô Zé! Vamos brincar de antônimo?
— O que co sor falô?
— Brincar de antônimo, uma coisa contrária da outra! Por exemplo: alto e baixo, forte e fraco...
— Ah! ... Intindi! então, vamu brincá!
— O que vai valê?
— Uma cerveja. Eu começo tá?
Começaram a brincadeira, e o espertalhão disse:
— Gordo?
E o minerim:
— Magro!
— Homem?
— Muié!
— Preto?
— Branco!
E o espertalhão:
— Verde?
— Verde? Nada! Verde num tem antônimo não...
— Claro que tem!
— Então exprica!
— Maduro!
— Ai, caramba! Pirdi a aposta. Vamo de novo, valendo ôtra cerveja?
— Pode começar!
— Saúde?
— Doença!
— Molhado?
— Seco!
Aí, o minerim disse:
— Agora ocê vai siferrá, seu fiu duma égua! Qué vê só? Fumo!
— Não, não! Pára! Peraí... Fumo não tem antônimo!
— Claro que tem, uai!
— Então diz aí: qual o antônimo de fumo?
— Vortemo!
Um sujeito entra num bar e pede uma bebida. O barman é um robô.
Ele o serve um cocktail perfeito e pergunta:
— Qual o seu QI?
O homem responde "150", então o robô inicia uma conversa falando dos fatores do aquecimento global, da espiritualidade, da interdependência ambiental, da teoria das cordas, de nanotecnologia, e por aí foi...
O cara ficou impressionado, e resolveu testar o robô. Saiu, deu uma volta e retornou ao balcão pedindo outra bebida. Novamente o robô serve um drink perfeito, e pergunta:
— Qual seu QI?
O homem responde:
— Deve ser uns 100...
Imediatamente o robô começa a falar, agora sobre futebol, supermodelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher, e outros assuntos semelhantes.
O cara ficou abismado! Mas ao sair do bar, resolve fazer mais um теsте com o robô esperto.
Volta e pede outro drink. Novamente a bebida sai perfeita, e o robô inocente lhe pergunta:
— Qual o seu QI?
O homem disfarça:
— Ahn? 50, eu acho!
Então o robô se inclina no balcão e diz, bem pausado:
— E aí? Vamo votá no Lula de novo?