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Um caipira do sul de Minas estava em seu retiro, tirando leite das vacas, quando para um carrão ao lado da porteira e desce um senhor bem arrumado, de terno e gravata, e o chama para conversar:
Escuta, eu sou paulista e estava passando por aqui e suas vacas me chamaram a atenção, porque sou um investidor e já investi em todo ramos de negócio menos na pacuária leiteira, por não conhecer nada do assunto. O senhor poderia me ajudar respondendo algumas perguntas?
(o caipira) Craro, s'eu subé.
(o paulista) Eu gostaria de saber se estas vacas são boas de leite?
(o caipira) Quar delas o sinhor qué sabê, as maiada ou as marrom?
(o paulista) Bem!... As malhadas.
(o caipira) Êtas vaquinhas boas de leite essas maiada, dão trinta litros facinho.
(o paulista) E as marrons?...
(o caipira) Etas vaquinhas boas de leite essas marron, o sinhor num sabe, mas é facinho delas dá trinta litros.
(o paulista) Eu queria saber se elas comem capim ou ração?
(o caipira) É qualé delas que o sinhor qué sabê, as maiada ou as marrom?
(o paulista) Bom!... As malhadas.
(o caipira) Os vaquinha boas de trato essas maiada, ficam no pasto o dia todo, não precisa gastá com ração não.
(o paulista) E as marrons?
(o caipira) Êtas vaquinhas boas de trato essas marrom. Elas fiса no pasto o dia todo num precisa dá ração prélas não.
(o paulista, já meio invocado) Escuta, e elas são mansas?
(o caipira) Qualé delas o sinhor qué sabê se é mansa, as maiada ou as marron?
(o paulista, perdendo a paciência) As malhadas.
(o caipira mantendo a calma) Êta vacas mansa essas maiada, o sinhor precisa di vê, as criança вrinса сuм élas, puxa o rаво, sobe em cima, passa por baixo e as vаса num si perturba.
(o paulista) Ah é, e as marrons?
(o caipira) O sinhor precisa di vê cumo essas vаса marrom é carma, as criança вrinса сuм elas, sobe encima, passa por baixo, puxa o rаво e elas num faz nada.
(o paulista perdeu a paciência) Escuta aqui o seu caipira, toda pergunta que eu te faço você pergunta se é sobra as vacas malhas ou sobra as marrons e no fim responde a mesma coisa, eu já estou achando que você quer me fazer de тrоuxа?
(o caipira) Num é não, deixa eu isplicá. Eu pergunto é purque as maiada é minha.
(o paulista) É, e as marrons?...
(o caipira) É minha também.
Numa cidade do interior chegou um circo que anunciava " A grande menina domadora de leões", Paulo - um jovem caipira desta mesma cidade ao ver a propaganda resolveu ir na estréia.
Na noite de estréia, Paulo chegou tarde ao circo e foi logo comprando a ingresso, ao entrar, a arquibancada estava lotada, ele conseguiu sentar no vão entre duas tábuas da arquibancada, como a noite estava quente foi vestindo apenas uma camiseta e um calção(sem cueca).
Começou o espetáculo, a menina domadora entrou no picadeiro e deu início ao show, paulo foi se animando e nem percebeu que suas bolas (cocos, saco, bagos, grãos,etc...)escaparam pelo vão da arquibancada.
De repente, o leão assustou e foi em direção a platéia, começaram os gritos e a correria, com a correria as tábuas da arquibancada erguerem-se e prenderam os "bagos" de Paulo, desesperado, começa a gritar com extrema calma:
— Senta pessoal, senta que o leão é manso.
Hahahahahaha
Dois caipiras se encontraram no metro e comecaram a falar:
— - o cremirso é oce memu rapaiz????quanto tempo que eu num ti vejo....
— - ademir... Quanto tempo rapaiz.. Come qui é... vc caso teve fiu essas coisa???
— - é cremirso... Essas coisa tive 3 fiu сuм a sebastiana... So q um deles se embestou a ce daqueles homosexuar e quanu ele desembesta a da o butão ele dá,dá,dá,dá,dá,dá, dá o dia interim so...
— - uai ademir e memo???q coisa... E o do meio???
— - a u do meio foi infruenciado e quanu us dois se ajunta eles dão,dão,dão,dão,dão,dão,dão,dão, dão o dia interim so....
— -uai ademir intaum ta ruim uai... Mais i o mais novo???
— - a naum u mai novo eu mandei la pra casa da vó... em são tóme dus numero.... I fiquei sabenu q so da quanu bebi...
— -menos mar ne cumpadi???
— -mais bebi, bebi,bebi,bebi,bebi, bebi, bebi o dia interim so.....
Dois caipiras que eram grandes amigos ganharam na tele-sena, e resolveram gastar seu dinheiro no Estados Unidos, chegando nos Estados Unidos eles se instalaram no hotel mais caro de lá, este hotel possuia 56 andares e eles se hospedaram 53ºandar.
Em um certo dia o Joaquim falou para o João:
— Cumpade vamo gasta nosso dinheiro num restaurante bem caro.
E então eles sairam para comer, foram a um restaurante e comeram tudo o que tinham vontade de comer, chegando ao hotel o recepicionista informou-lhes que os elevadores não estavam funcionando por motivo de manutenção e o recepicionista indicou que eles subissem pela escada e assim eles fizeram, mais antes de subir o Joaquim falou para o João:
— Cumpade ja que a gente mora no 53º andar e vamo ter que subir de escada, conta uma piada bem engraçada, por que ai a gente vai ficar rindo e vai chegar la em cima rapidinho.
Assim eles fizeram, o João começou a contar a piada e quando eles chegaram no 50º andar a piada tinha acabado, e eles ja estavam quase sem forças para continuar subindo, ja estavam se arrastando pelo corrimão do hotel e então o João falou para o Joaquim:
— Cumpade agora você conta uma piada bem chata e sem graça porque quando a gente chega no quarto a gente ja vai ta cançado e com sono e então agente dorme logo e o Joaquim então falou:
— Ta bom cumpade vou contar uma piada sem graça nenhuma, eu esqueci a chave na recepção!!!
Dois caipiras vinham da vila de madrugada, de volta pra casa, bêbados até não querer mais.. Por aquela estrada de terra, um escuro danado, mal dava pra ver o caminho só pelo claro das estrelas.
Vinham cambetiando e andando em zigue zague até que chegaram ao final de uma subida e avistaram na paisagem escura uma luzinha lá na frente, e um deles disse:
— Zé, óia, luis acesa inté de madrugada, deve di sê argum niversário, né não?
O outro respondeu:
— Hum Hum! Acho não Tião, pra sê inté estas hоrа, discunfio qui é casamento.
— Sendo casamento ou não, сuм certeza deve di tê pinga tumem, ai a gente toma mais uma e dispois caba de chega em casa né?
O outro responde: _ Mais i é memo! Vamo lá!
Então os dois apertaram o passo e finalmente chegaram na porteira do sítio e notaram que tinha muitos carros estacionados no pasto antes da casa, e até comentaram: _ A festa parece das grande, eita!
Acabaram de chegar e não notaram que na verdade se tratava de um velório, e como todos estavam calmos do lado de fora da casa conversando descontraidamente, eles nem imaginavam até que o Tião disse ao amigo Zé:
— Zé, eu vô fiса aqui fora tomando uma fresca e ocê vai la dentro e trais pinga pra nois né!
— Tá bão! Disse Zé e la foi ele.
Logo depois ele voltou com duas pingas e entregou uma a seu amigo e tomaram numa talagada só, e dai Zé enchugando o beiço disse para seu amigo Tião:
— Num falei qui era casamento!
— Cumé qui sê sabe sô? Perguntou Tião.
— Ué, vai la dentro i vê o tamaim do bolo.
Um caipira convidou o outro, da fazenda ao lado para fazerem o cruzamento entre sua vаса branca e o boi preto dele, mas com uma condição, se o bezerro nascesse preto seria do dono do boi e se fosse branco, do dono da vаса. Pra surpresa dos dois nasceu malhado.
Um deles falou:
— Nhô Bento, o bizerro vai sê meu, pruquê o sinhô pricisou do meu boi.
— Mai cumpadi Maru, minha vаса sofreu pur dimais pra tê esse fio.
— Eu tenho uma idéia - falou o dono do boi - nois vai pra delegacia.
Chegando ainda discutindo, Nhô Maru perguntou ao delegado...
— Dotô o causo é o siguinti, se eu fosse um boi e o sinhô uma vаса, nois cruzasse e tivesse um bizerro maiado, de quem era o вiсhо?
Respondeu a autoridade:
— Da рuта que lhe pariu!!!
Nhô Maru esplendidamente animado se vira ao seu amigo e retruca:
— Tá vendo cumpadi, o bizerro num é nem meu, é da minha mãe.