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Um professor de filosofia parou na frente da classe e, sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.
Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.
Eles concordaram que estava. Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.
Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Aí o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.
— Agora, — disse o Professor, — eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida! As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.
Todos ficaram cheios de admiração pelo professor.
Então ele continuou:
— Os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto. As coisas pequenas.
Mais uma vez a classe se espantou com a sabedoria do mestre.
E ele concluiu:
— Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida.
Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!
Nessa hоrа um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio, e derramou um copo de cerveja dentro.
A areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.
Moral da estória: Não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre sobra espaço para uma cervejinha.
Um político ladrão vai preso depois de ser acusado de coagir testemunhas, desviar verbas públicas e roubar algum dinheiro público. Já no xadrez, a velha raposa passa mal do coração e é levada às pressas pra um hospital. Depois de todos os exames, o médico explica, com ar grave:
— Não chegou a ser um enfarte, mas terei que fazer uma ponte de safena no senhor.
O político olha pra um lado, olha pro outro, puxa o médico pelo colarinho e diz baixinho no ouvido dele:
— Uma ponte não, doutor... Faça logo três, superfaturadas: uma pra mim, uma pra minha família e a terceira o senhor divide com sua equipe.
Um jovem rico, mas muito tímido, casou-se com uma moça muito bonita e de boa família. À noite foram para a cama e a noiva esperava que ele fizesse aquilo que todos os casais fazem na noite de núpcias. E não aconteceu nada, nem sequer um beijo. Nada! No dia seguinte a esposa foi à casa da mãe chorar a situação.
— Que é que aconteceu de ruim, minha filha? — pergunta a mãe.
— Ele não fez nada, mãe! Ensinei-o como devia fazer, ajudei-o e nada!
— Espera minha filha que eu vou resolver isso.
A sogra foi até a casa e falou para o genro:
— Minha filha está reclamando que você não agiu como um marido com ela ontem à noite.
O genro ficou quieto e a sogra continuou:
— Você não sabe como é que fazem os cães? É isso que você tem que fazer, igualzinho como um сасhоrrо faz! Então logo a noite você faz com a minha filha como os cães fazem com as cadelas, e tudo vai correr bem!
No dia seguinte, a filha voltou a procurar a mãe e chorava mais que no dia anterior.
— Mãe, não sei o que você disse para o meu marido, mas ele ainda foi pior que na noite passada.
— O que é que ele fez? — pergunta a mãe.
— Ele tirou a roupa, tirou a minha roupa, cheirou meu cu, e depois foi mijar contra o armário do quarto.
Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:
— Onde é que você viu isso, Mariazinha?
— Na sua mão, mãezinha.
— O quê??? O que você anda aprontando sua...
A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.
— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.
Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.
Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.
— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.
— A tesoura da mamãe...
O rapaz resolve reunir toda a família para revelar uma informação de extrema importância. No dia combinado, chegam tios, tias, primos e avós que se espremem na sala, aguardando ansiosamente a notícia. Na hоrа H, ele aparece e diz:
— É o seguinte, gente! Vou ser curto e grosso: é que o meu médico falou que eu vou morrer daqui a seis meses!
Foi uma choradeira terrível, todos queriam abraçá-lo, beijá-lo e dizer o quanto o amavam, até que alguns minutos depois, outra revelação:
— Gente, calma! Era brincadeira! Eu só queria dizer que eu sou gаy!
Uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. Durante um de seus passeios, os membros da referida família, gostaram de uma pequena casa de verão que era alugada para temporadas. Falaram com o proprietário, um Pastor Protestante pediram-lhe que mostrasse a casa, a qual muito agradou aos visitantes. Combinaram então, alugá-la para o verão vindouro. Regressando à Inglaterra, discutiam os planos para as próximas férias, quando o chefe da família lembrou-se de não ter visto o banheiro. Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveu ao Pastor, para obter pormenores. A carta foi redigida assim:
"Sou membro da família que há pouco o visitou com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão, mas como esquecemos de um importante detalhe, muito lhe agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W. C. Aguardando a sua resposta, etc, etc..."
O Pastor Protestante, não compreendendo o sentido exato da abreviatura W. C. mas julgando tratar-se da capelinha inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos.
"Dear Sir, Recebi sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fiса a 12 Km da casa. Isto é muito incômodo, sobretudo para quem tem o hábito de ir lá diariamente. Neste caso é preferível levar comida e ficar o dia todo. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e mais 100 em pé. Há ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. Os assentos são de veludo.
Recomenda-se chegar cedo para conseguir lugar para sentar. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, mas se alguém chegar depois, pede a do vizinho. Essa folha deve ser usada durante todo o mês. As crianças não recebem folhas, dado o número limitado das mesmas. Existem amplificadores de sons, de modo que, quem não entra, pode acompanhar os trabalhos lá de fora, pois se ouvem os mínimos sons.
Ali não há qualquer preconceito, pois todos se sentem irmanados, sem distinção de sеxо ou cor. Tudo o que se recolhe lá é para os pobres da região. Fotógrafos por vezes tiram fotografias para o jornal da cidade, para que todos possam ver seus semelhantes no cumprimento do dever humano."
Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.
Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.
Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.
Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:
— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!
O calejado senhor respondeu:
— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!