Skip to main content
Na época da ditadura militar, um português estava visitando o Brasil. conhecendo a fama das brasileiras, o português foi na zona procurar mulher. só que como estava tendo uma batida policial no bairro, atrás de um comunista, não tinha mulher nenhuma, só um travesti. louquinho que estava para dar umazinha, o português topou ele mesmo. com vergonha, entraram correndo no quarto. no meio do ato, um policial que tinha visto o português entrar se escondendo, bateu na porta com a patota:
"Ó português! você é o comunista?"
Ao que o português respondeu:
"Não, sou bucetista, mas como não tinha outro..."
3 loiras faziam теsте para entrarem na polícia e foram levadas para um теsте:
A primeira entrou e viu o sargento, que mostrou á ela uma foto e disse:
— Este homem é um ladrão, ache uma característica nele que o diferencie de outras pessoas.
— Fácil, ele só tem uma orelha!
— Não sua burra!Ele tá de perfil!
Entra a segunda e o sargento dá as mesmas ordens, a loura pensa e diz:
— Fácil, ele só tem um olho -Não sua burra!Ele tá de perfil!
Entra a terceira e recebe as mesmas instruções,pensa por um instante e diz:
— Fácil, ele usa lentes de contato!
O sargento, espantado, checou os seus registros, e realmente, o cara usava lentes.
— Impressionate, disse o sargento, como chegou á essa conclusão?
E a loura respondeu:
— Moleza, se ele só tem um olho, só tem uma orelha, como ele faria pra colocar os óculos?
Um menino estava lá na escola, quando de repente viu um papelzinho no chão. Ele foi lá e mostrou para a professora. A professora, ao ver o conteúdo desse papelzinho, falou:
— Seu aluno indisciplinado! Vai já pra diretoria!
Ele foi pra diretoria. A diretora pediu para ver o tal papelzinho, e dí disse:
— Você está expulso da escola, trate de dar o fora e nunca mais volte!!!
O menino voltou pra casa. Lá, a mãe dele perguntou:
— O que aconteceu, filho?
— É que eu achei um papelzinho na escola, daí eu mostrei para a professora, a professora me mandou para a diretoria, eu mostrei para a diretora e ela me expulsou da escola!
— E onde está esse papelzinho?
Ele mostrou o papelzinho pra mãe e a mãe falou:
— Seu mal educado, dá o fora daqui e nunca mais volte!!!
E ela tirou o muleque da casa! Daí, ele ficou na rua, andando lá, e viu um mendigo. O mendigo perguntou pra ele o que tinha acontecido, e ele disse:
— É que eu achei um papelzinho na escola, daí eu mostrei para a professora, a professora me mandou para a diretoria, eu mostrei para a diretora e ela me expulsou da escola! Daí, eu voltei para casa. Mostrei pra minha mãe o papel e ela me expulsou de casa, e agora eu tô aqui.
— E cadê esse papel.
E o menino mostrou pra ele o papel, e ele encheu de porrada o muleque. De repente apareceu um policial e perguntou:
— Ei, o que tá acontecendo aqui?
— É que eu achei um papelzinho na escola, daí eu mostrei para a professora, a professora me mandou para a diretoria, eu mostrei para a diretora e ela me expulsou da escola! Daí, eu voltei para casa. Mostrei pra minha mãe o papel e ela me expulsou de casa, e, na rua, eu encontrei com esse mendigo. Eu expliquei pra ele o que tinha acontecido e mostrei o papelzinho pra ele e ele me encheu de porrada. Agora eu tô aqui.
— Me passa esse tal papel.
— Tá aqui.
O policial encheu ele de cacetada e levou ele pra delegacia. Lá, o delegado perguntou:
— O que está havendo?
— - É que eu achei um papelzinho na escola, daí eu mostrei para a professora, a professora me mandou para a diretoria, eu mostrei para a diretora e ela me expulsou da escola! Daí, eu voltei para casa. Mostrei pra minha mãe o papel e ela me expulsou de casa, e, na rua, eu encontrei com esse mendigo. Eu expliquei pra ele o que tinha acontecido e mostrei o papelzinho pra ele e ele me encheu de porrada. E daí veio esse policial e me pediu pra explica a minha história, e me pediu o papelzinho, eu dei pra ele e ele me encheu de porrada e me trouxe aqui.
— E cadê esse tal papelzinho?
O menino deu pra ele e o delegado condenou ele pra cadera elétrica. Lá, o homem da cadera elétrica perguntou:
— Que te aconteceu menino?
— É que eu achei um papelzinho na escola, daí eu mostrei para a professora, a professora me mandou para a diretoria, eu mostrei para a diretora e ela me expulsou da escola! Daí, eu voltei para casa. Mostrei pra minha mãe o papel e ela me expulsou de casa, e, na rua, eu encontrei com esse mendigo. Eu expliquei pra ele o que tinha acontecido e mostrei o papelzinho pra ele e ele me encheu de porrada. E daí veio um policial e me pediu pra explica a minha história, e me pediu o papelzinho, eu dei pra ele e ele me encheu de porrada e me levou pra delegacia. Lá, o delegado viu o papel e me condenou pra cadera elétrica. E agora eu estou aqui.
— E cadê o papel?
O menino mostrô pra ele o papel e ele botô ele na cadera e virou a chave. O menino foi pro céu, e lá, São Pedro pediu para que ele contasse o que aconteceu para que ele morrese.
— É que eu achei um papelzinho na escola, daí eu mostrei para a professora, a professora me mandou para a diretoria, eu mostrei para a diretora e ela me expulsou da escola! Daí, eu voltei para casa. Mostrei pra minha mãe o papel e ela me expulsou de casa, e, na rua, eu encontrei com esse mendigo. Eu expliquei pra ele o que tinha acontecido e mostrei o papelzinho pra ele e ele me encheu de porrada. E daí veio um policial e me pediu pra explica a minha história, e me pediu o papelzinho, eu dei pra ele e ele me encheu de porrada e me levou pra delegacia. Lá, o delegado viu o papel e me condenou pra cadera elétrica. O cara da cadera elétrica me pediu pra contá minha história e me pediu o papelzinho. Ele me botô na cadera e me matou e agora eu tô aqui.
— E onde está esse papel, menino?
— Tá aqui.
São Pedro olhou o papel e disse:
— Seu $¨@:¨{`>:&*@&>{`$>~^ $>&$>! Você vai pro inferno muleque!
E lá, o diabo pediu para que ele contasse sua história.
— É que eu achei um papelzinho na escola, daí eu mostrei para a professora, a professora me mandou para a diretoria, eu mostrei para a diretora e ela me expulsou da escola! Daí, eu voltei para casa. Mostrei pra minha mãe o papel e ela me expulsou de casa, e, na rua, eu encontrei com esse mendigo. Eu expliquei pra ele o que tinha acontecido e mostrei o papelzinho pra ele e ele me encheu de porrada. E daí veio um policial e me pediu pra explica a minha história, e me pediu o papelzinho, eu dei pra ele e ele me encheu de porrada e me levou pra delegacia. Lá, o delegado viu o papel e me condenou pra cadera elétrica. O cara da cadera elétrica me pediu pra contá minha história e me pediu o papelzinho. Ele me botô na cadera e me matou, daí eu fui prô céu. Lá, eu contei minha histrória pro São Pedro, mostrei o papel e ele me mandou aqui.
— E onde está o papel?
O menino foi mostrar o papel, mas de repente veio um fogo e queimou o papel.
F i m
Um sujeito estava urinando em uma árvore em plena praça pública, quando foi advertido por um guarda:
— Ei! é proibido mijar em praça pública.
O mijão nem sequer deu bola. O guarda engrossou:
— Estou falando com você, rapaz! É proibido mijar aí! Tranqüilamente, o sujeito prosseguiu com sua aliviante mijadinha. O guarda, "emputecido", resolveu apelar:
— Se você continuar mijando aí vou ser obrigado a te prender.
O cidadão balançou o "instrumento", guardou-o devidamente no local apropriado e disse para o guarda.:
— Vá tomar banho! O guarda não pensou duas vezes:
Algemou o indivíduo e o conduziu para o 24º DP.
Postou o cidadão frente ao delegado e foi relatando:
— Este elemento estava urinando em praça pública, foi advertido e me mandou tomar banho.
O delegado, achando aquilo um absurdo, dirigiu-se ao mijão:
— Muito, bem, sujeito. O que você tem a me dizer?
Vá tomar no cú! O delegado enrubesceu de raiva e ordenou que fosse aplicado um "corretivo" no elemento. Quando estavam batendo no sujeito, penduraram-no no "раu-de-arara" e sua carteira caiu no chão. O policial que o havia prendido começou a folhear os documentos da carteira e deparou-se com uma carteirinha de general.
Desesperado, correu até o delegado e foi mostrando a carteira do general. O delegado desesperou-se:
— Rapaz! O cara é general! O que nós vamos fazer agora?
O policial respondeu:
— Bom, eu vou tomar o meu banho, que foi o que ele mandou...