Skip to main content
Deus disse para São pedro só permitir a entrada no céu para quem contasse uma historia triste sobre sua propria morte.
O primeiro a bater na porta foi joão (o соrnо) - conte sua historia para poder desfrutar do céu, diz São pedro.
— Eu desconfiava que minha mulher me traia, então cheguei em casa mais cedo, e lá estava ela pelada na cama, procurei pela casa inteira e não achei ninguem, ate ver uns dedinhos pendurados na sacada da minha varanda, derrubei o safado, só que ele caiu em cima de um toldo aí resolvi jogar a geladeira nele, e quando joguei acabei caindo junto ...
— Tudo bem pode entrar.
O segundo a bater na porta foi Olavo.
— Fale-me como foi sua morte, diz São pedro - eu estava limpando o vidro da janela lá de casa, quando escorreguei e fiquei pendurado na varanda do vizinho, aí começaram a pizar nos meus dedos ate que eu largasse, acabei caindo em cima de um toldo, quando derrepente uma geladeira caíu lá de cima bem na minha cabeça.
— Ok, pode entrar.
O terceiro a bater na porta foi juan.
— Diga-me como voce morreu, diz São pedro - São pedro voce não vai acreditar, estava com uma loira, o соrnо do marido chegou eu entrei na geladeira.........
05 de Janeiro - Passei no exame de direção! Posso agora dirigir o meu próprio carro, sem ter que ouvir as recomendações dos instrutores, sempre dizendo "por aí é sentido Proibido!", " Vamos sair da contra-mão!","Olha a velhinha!
'Freia! 'Freia!", e outras coisas do gênero. Nem sei como agüentei estes últimos dois anos e meio...
08 de Janeiro - A Auto-Escola fez uma festa de despedida para mim. Os instrutores 'nem sequer 'deram aulas. Um deles disse que ia à missa, julgo que vi outro com lágrimas nos olhos e todos disseram que iam embebedar-se, para comemorar. Achei simpática a despedida, mas penso que a minha carteira não merecia tal exagero.
12 Janeiro - Comprei meu carro, e infelizmente tive que deixá-lo na concessionária para substituir o pára-choque traseiro pois, quando tentei sair, engatei marcha-a-ré 'ao invés da primeira. Deve ser falta de prática.
Há uma semana que não dirijo!
14 Janeiro - Já tenho o carro. Fiquei tão feliz ao sair da concessionária, que resolvi dar um passeio. Parece que muitos outros tiveram a mesma idéia, pois fui seguida por inúmeros automóveis, todos buzinando como num casamento. Para não parecer antipática, entrei na brincadeira e reduzi a velocidade de 10 para 5 por hоrа. Os outros gostaram e buzinaram ainda mais.
22 Janeiro - Os meus vizinhos são impecáveis. Colocaram pôsteres avisando em grandes letras " ATENÇÃO AS MANOBRAS ", marcaram com tinta branca um lugar bem espaçoso para eu estacionar e proibiram os filhos de sair à rua enquanto durassem as manobras. Penso que é tudo para não me perturbarem.
Ainda há gente boa neste mundo...
31 de Janeiro - Os outros motoristas estão sempre a buzinar e fazer gestos.
Acho isso simpático, 'embora um pouco perigoso. É que um deles apontou para o céu com o dedo do meio. Quando procurei ver o que ele estava apontando, quase bati. 'Ainda bem que eu ia à minha velocidade de costumeira de 10km por hоrа.
10 de Fevereiro - Os outros motoristas tem hábitos estranhos. Além de acenarem muito, estão sempre gritando. Não escuto nada, por estar com os vidros fechados, mas parece que querem dar informações. Digo isto porque julgo ter percebido um dizendo " Vai para Casa ". Acho isso espantoso. Não sei como ele adivinhou para onde eu ia. De qualquer modo, quando eu descobrir onde fiса o botão que desce os vidros, vou tirar muitas dúvidas.
19 de Fevereiro - A Cidade é muito mal iluminada. Fiz hoje meu primeiro passeio noturno e 'tive de andar sempre com o farol alto aceso, para ver direito. Todos os motoristas com quem me cruzei pareciam concordar comigo, pois também 'ligaram o farol alto e alguns chegaram mesmo a acender outros faróis que tinham. Só não percebi a razão das buzinadas. Talvez para espantar algum вiсhо. Sei 'Lá.
26 de Fevereiro - Hoje me envolvi num acidente. Entrei numa rotatória, e como tinha muito carro (não quero exagerar, mas deviam ser, no mínimo, uns quatro), não consegui sair.'Fui dando voltas bem juntinho ao centro, à espera de uma oportunidade, de tal forma que acabei por ficar tonta e bati no monumento no centro da rotatória. Acho que deviam limitar a circulação nas rotatórias a um carro de cada vez.
03 de Março - Estou em maré de azar. Fui buscar o carro na oficina e, logo à saída, troquei os pés, acelerando fundo em vez de frear. Bati num carro que ia passando, amassando todo o lado direito. O motorista era, por coincidência, o inspetor que me aprovou no exame de direção. Um bom homem, sem dúvida. Insisti em dizer que a culpa era minha, mas ele educadamente, não parava de repetir para si mesmo:
"Que Deus me perdoe! Que Deus me perdoe!".
O português foi ao Paraguai e se encantou por um par de óculos. O vendedor, para valorizar seu produto, disse ao português:
— Senhor, estes óculos são ótimos! Com eles, você vê nuas todas as pessoas que estão vestidas!
O português fez um теsте, e os óculos realmente funcionaram. Ele foi para Portugal todo contente e ansioso para mostrá-lo a sua esposa.
Chegando em sua casa, o português colocou os óculos e, lógico, viu sua esposa e seu vizinho sentados no sofá pelados. Ele então retirou os óculos, mas eles continuaram nus. Então ele falou:
— Ora, pois! Acho que já quebrou essa porcaria!
Um fanzendeiro ja não sabia o que fazer com suas galinhas que já estavam no cio, e não tinha nenhum galo para ajudá-lo.
Chegou numa loja e pediu para um vendedor um galo que desse conta de suas galinhas.
Deixou o galo no galinheiro, e depois de uma hоrа o galo estava morto, porque não havia aguentado as galinhas.
Voltou a loja e pediu outro galo, deixou o galo no galinheiro, e depois de uma hоrа voltou e o galo estava morto, porque não havia aguentado as galinhas.
Voltou a loja e disse me dá um galo macho, o vendedor pegou um galo velho, com as penas caindo, magrelo, todo feio, deixou-o no galinheiro, voltou depois de uma hоrа e todas as suas galinhas estavam mortas e o galo havia sumido, abriu um sorriso e grande disse: esse galo é bom, mas cade ele?
Saiu procurando pela sua fazenda e viu todos os seus animais mortos, e perguntou ao seu vizinho: o que aconteceu?
O vizinho respondeu: seu galo comeu todos seus animais e os matou.
O fazendeiro feliz disse: ei galão bom sô.
E continuou procurando, chegando numa floresta encontrou o seu galo caido e estirado no chão de baixo de uma árvore, chegou perto do galo e se emocionou dizendo: snif, snif, esse foi o melhor galo que eu já tive.
O galo abriu o olho e disse: silêncio, silêncio, estou querendo pegar aquele corvo.
O Manuel chega em casa, numa tarde, e da com um pinguim em seu jardim. Sem nunca ter visto um antes, ele fiса todo atrapalhado, sem saber o que fazer, e pede ajuda para um vizinho, que o aconselha:
— Olha, Manuel, o melhor que você tem a fazer e levá-lo ao Jardim Zoológico.
No dia seguinte, o vizinho encontra com o Manuel passeando com o pinguim, levando-o rua abaixo por uma cordinha amarrada no pescoço e se surpreende.
— Ô, Manuel! Onde você vai com o вiсhо? Você não o levou ao zoológico ontem?
— Levei sim e ele adorou. Hoje, estou a levá-lo ao Playcenter.
Francinete era uma bela caipira que tinha uma horta nos fundos de sua casa, mas estava muito chateada. Os tomates de seu vizinho, o Zeca, estavam maiores, mais vermelhos e mais suculentos do que os dela. Certo dia, ela se encontra com o vizinho e pede conselhos:
— Ai, Zeca... Eu queria sabê como eu faço pra tê os tomate bonito que nem os seu!
— Ah, eu vô contá procê! Todo dia antes de í imbora da horta, eu vejo se não tem ninguém oiando, abaxo as calça e mostro minhas parte pros tomate! Aí eles ficam vermeio, vermeio!
Muito animada com a nova técnica, Francinete vai até o quintal, tira toda a roupa e fiса peladinha na horta. E repete isso por uma semana.
No domingo, ela se encontra com o vizinho Zeca que, muito curioso, pergunta:
— Intão, vizinha? Mostrô as parte pros tomate?
— Mostrei, vizinho...
— I aí? Eles ficaro vermeio?
— Olha, vizinho... Os tomate continuam na mesma. Mas os pepinos...
O professor do colégio estava dando uma aula sobre o Amor. Para ilustrar, pede aos seus alunos que deem exemplos de atos de amor.
A Claudinha apresenta o seguinte:
— No dia do aniversário da minha tia, o titio deu a ela uma caixa de bombons!
O Paulinho conta:
— Um dia meu pai chegou em casa com um buquê de rosas para a minha mãe.
Foi quando o Joãozinho pediu para falar:
— No mês passado, meu primo comprou uma moto nova e começou azarar a filha do vizinho. Conversa pra lá, conversa pra cá; ele convenceu a garota a ir dar uma volta de moto. Ela subiu na garupa e eles desceram a rua.
Como a conversa estória estava comprida, o professor pergunta:
— Joãozinho, mas cadê o ato de amor dessa historia?
E o Joãozinho responde:
— Mas eu ainda não terminei! — e toca a história para frente — No fim da ladeira ele virou para pegar a outra rua, só que entrou na mão errada. Quando viu, vinha vindo um ônibus pra cima deles. Assustado ele desgoverna a moto e os dois se arrebentam num muro.
— Mas Joãozinho, onde é que está o ato de amor da sua história? Eu não vi nenhum. — pergunta o professor.
Mas o Joãozinho imediatamente responde:
— É... Eu também não vi o tal ato de amor, mas que eles se fuderam, se fuderam!