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Faltavam poucos dias para o casamento de Adolfo. A mãe da moça, uma quarentona escultural, estilo Luiza Brunet, lhe disse, no sofá da sala:
— Adolfo, quero que você saiba que eu sempre te achei um homem atraente e ... bem ... estou sem graça de falar ...
— Pode falar, dona Sônia! Fique à vontade!
— Bom, Adolfo, antes que você casasse, eu gostaria de fazer sexo com você!
Adolfo fica boquiaberto e ela prossegue:
— Eu vou lá pro quarto! Se você quiser ir embora, já sabe onde é a porta, se quiser me ter é só ir lá pro quarto, estarei te esperando ... gostoso!
Adolfo espera a sogra ir para o quarto, pensa por meio segundo e decide o caminho que vai tomar, corre para a porta e encontra, apoiado no seu carro, o seu sogro, marido da dona Sônia, sorridente.
— Parabéns, Adolfo! — disse ele — Queríamos saber se você era um homem fiel, honesto e leal e você passou pelo teste!
Então a sogra saiu da casa e também o cumprimentou.
Moral da história: É bem melhor carregar as camisinhas no carro do que no bolso.
Três irmão fizeram uma competição para ver quem agradava mais a mãe:
O primeiro falou:
— Vou dar uma mansão para a mamãe.
O segundo falou:
— Vou dar uma Mercedes para a mamãe.
O terceiro falou:
— Eu vou dar 2 milhões de dólares, mas não em dinheiro, Como eu sei que a mamãe já está ficando idosa, incapaz de ler mais, vou dar um papagaio que sabe recitar a Bíblia inteira, e que foi treinado por 18 monges diferentes!
A mãe comenta o presente do primeiro filho:
— Jorge, você me deu uma mansão e eu só uso um dos seus 20 quartos. E como se ainda não bastasse, tenho que limpar a casa toda. Assim eu andando pela rua, encontrei um mendigo e dei a casa para ele.
A mãe comenta o presente do segundo filho:
— Carlos, você me deu uma Mercedes, mas ele é inútil, porque eu nunca saio de casa, então também dei ela pra um morador de rua.
A mãe então comenta o presente do terceiro filho:
— Augusto, você foi o único que lembrou das minhas reais necessidades...
O filho que estava desesperado pensando que a mãe também tinha dado para um homem de rua o seu presente de 2 milhões de dólares, logo se acalmou. E a mãe então completou:
— Aquela gаlinhа estava deliciosa...
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez milhões de dólares do caixa. O contador era surdo-mudo. Por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os 10 milhões, levou junto sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos. O chefão perguntou ao contador:
— Onde estão os 10 milhões que você levou?
A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contador, que logo respondeu em sinais:
— Eu não sei do que vocês estão falando.
A advogada traduziu para o chefão:
— Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma рisтоlа 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:
— Pergunte a ele de novo.
A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
— Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro.
O contador sinalizou em resposta:
— Ok, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no número 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para advogada:
— O que ele disse?
A advogada respondeu:
— Ele disse que não tem medo de viаdо e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho...
A mulher acaba de dar a luz. Assim que ela se recupera, o médico vai visitá-la e diz:
— Seu bebê está muito bem de saúde, mas tenho que lhe dizer algo muito importante a seu respeito.
A mulher, preocupada, pergunta:
— O que foi, doutor? O que é que tem o meu bebê? Me diga, doutor!
— Bem... — responde o médico — Não é muito grave, mas seu bebê é um pouco... diferente. Para dizer a verdade, ele é hermafrodita.
— Hermafrodita? O que é isso, doutor?
— Quer dizer que seu bebê... tem... tem... todo o equipamento de um homem, mas também o de uma mulher.
A mulher empalidece:
— Oh! meu Deus! Quer dizer que ele tem um pinto... e um cérebro?
Um homem tinha três namoradas e não sabia com qual delas deveria se casar. Resolveu, então, fazer um теsте para ver qual estava mais apta a ser sua mulher. Tirou R$ 15 mil do banco, deu R$ 5 mil para cada uma e disse:
— Gastem com o que quiserem.
A primeira foi ao shopping, comprou roupas, jóias, foi ao cabeleireiro e salão de beleza. Voltou para o homem e disse:
— Gastei todo o seu dinheiro assim para ficar mais bonita para você, para lhe agradar. Tudo isso porque amo você.
A segunda foi ao mesmo shopping, comprou roupas para ele, um tablet, uma televisão, dois pares de tênis para jogar basquete, tacos de golfe e filmes eróticos. Voltou para o homem e disse:
— Gastei todo o seu dinheiro assim para lhe fazer mais feliz, lhe agradar. Tudo isso porque amo você.
A terceira pegou o dinheiro e aplicou em ações. Em três dias duplicou o investido, retornou os R$ 5 mil para o homem e disse:
— Apliquei o seu dinheiro e ganhei o meu. Agora posso fazer o que quiser com o meu dinheiro. Tudo isso porque eu amo você.
Então o homem pensou...
Pensou...
Pensou...
Pensou...
Pensou...
Pensou....
Pensou...
Pensou...
Pensou...
Pensou...
Pensou...
E escolheu a que tinha a bunda maior.
O rebanho do mineirim estava doente, morrendo; ninguém conseguia curar. O veterinário da cooperativa de Guaxupé já tinha tentado todos os tratamentos possíveis. Aí ficou sabendo que havia um curandeiro nas redondezas, lá pros lados de Jacuí, que fazia umas rezas e benzeções e era a única pessoa que poderia salvar seu rebanho e o chamou.
O curandeiro disse que salvaria o gado do mineirim, mas que, para isso, teria que ficar trancado no quarto sozinho com a mulher dele — (uma morena gatíssima) — para fazer o ritual.
O caipira ficou meio preocupado, mas topou. Afinal, era a única maneira de salvar o seu gadinho...
O benzedor apanhou um pedaço de раu no quintal, foi para o quarto com a moça, apagou a luz e começou:
— Passo o раu nos joeio, pra curá os boi vermeio!
— Passo o раu nas coxa, pra curá as vаса mocha!
— Passo o раu na viría, pra curá as novía!
Nesse ponto, o mineirim, que estava ouvindo o ritual com o ouvido colado na porta, gritou depressa:
— As vаса preta e os boi zebú cê pode dêxá morrê!
O cara chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
— Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito!
— Pois não, com que, cavalheiro?
— Farofa, feijão e fritas.
— Deseja beber alguma coisa?
— Fanta.
— Um pãozinho para esperar a refeição?
— Faça fatiado.
O garçom serve o cliente inconformado com o fato dele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
— Vai querer sobremesa?
— Frutas frescas.
— Tem alguma preferência?
— Figo Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
— O senhor deseja um café?
— Forte e fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
— E então, como estava o cafezinho?
— Frio, fraco, fedorento, fervido num filtro furado, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca.
O garçom então decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
— Qual é o seu nome?
— Fernando Fagundes Faria Filho.
— De onde o senhor vem?
— Fortaleza.
— O senhor trabalha?
— Fui ferreiro.
— Deixou o serviço?
— Fui forçado.
— Por quê?
— Faltou ferro.
— E o que o senhor fazia?
— Ferrolho, ferradura, faca... Ferragem.
— O senhor torce por algum time?
— Fui Fluminense.
— E deixou de ser por quê?
— Fez feio.
— Qual é o seu time agora?
— Flamengo.
— O senhor é casado?
— Fui.
— E a sua esposa?
— Faleceu.
— De quê?
— Frio e fome.
O garçom perde a calma e diz:
— Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra "F", pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
— Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil fico freguês!
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
— Ei, espere aí! Ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
— Fоdа-se!
Um homem chega desesperado ao terapeuta:
— Doutor, já não sei mais o que faço. Não agüento mais! Minha mulher está acabando comigo. Ela quer transar toda hоrа, todo minuto, é na cama, é na sala, na cozinha, no banho... Ela só pensa em sеxо... o que posso fazer?
— Bem, meu senhor, a única solução é o senhor estipular um preço. Depois de algumas vezes, o dinheiro dela vai acabar e ela vai ter que se conformar.
Chegando em casa, a esposa já o esperava só de baby doll. Ele mais que depressa foi falando:
— Mulher, de hoje em diante, só pagando. Na cama são R$ 1.000,00, no sofá R$ 500,00 e no tapete R$ 100,00. A esposa vai até sua bolsa e retira R$ 1.000,00 da carteira. O marido respira fundo e diz:
— Muito bem, meu amor, vamos para a cama!
Ela responde:
— Não, não. Eu quero 10 aqui no tapete!