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Convidaram uma menina da roça para uma grande festa na cidade. Neste convite estava escrito: Usar roupa da moda.
Ela pensou: Eu não tenho roupa da moda, mas talvez meu vestido de 15 anos vire uma saia curta.
Dito e feito. Só tinha um problema, por somente usar calças, ela não tinha nenhuma calcinha. Após pensar muito ela pegou um saco de ração e costurou, fazendo assim, uma calcinha.
Quando pegou o ônibus, não havia nenhum banco vazio e o jeito foi ficar em pé, se segurando no ferro, o que às vezes deixava subir o vestido mostrando toda a calcinha. Incomodada com um velho que não tirava o olho da calcinha, ela irritada pergunta:
— O que é? Nunca viu uma calcinha não?
O velho responde:
— Escrito "ração pra pinto", não!
Era bem cedinho e o seu Benedito resolveu visitar o cumpade no sítio vizinho.
Quando chegou lá, viu que tudo estava muito em silêncio.
Chamou, mas ninguém respondeu. Seu Benedito resolveu entrar na casa, pois aporta estava só encostada.
Foi em silêncio até o quarto do cumpade, pra ver se estava tudo bem.
Passou pelo corredor e viu que a porta do banheiro estava entreaberta e o cabra na maior рunhета que estava até gemendo.
Resolveu sair quietinho da casa e esperar na varanda.
Quando o cumpadre saiu do banheiro, seu Benedito fingiu que estava chegando àquela hоrа ao sítio e foi logo dizendo:
— Ô cumpade, o mundo é cheio de concidência memo!
Tô chegando nessa hоrа, nem chamei ainda, e já dou de cara com ocê na porta?
— Mai o mundo é cheio de concidência memo, cumpade. Sabe que eu tava pensando nocê fais 5 minuto?
— Fala isso não, cumpade!
— Verdade, home!
— Pelamordi Deus! Fala isso não, cumpade...
— Estava a professora, aquela bem angelical e pura, a dar aulas na sala em que o Joãozinho freqüentava, e perguntou ao próprio:
— Joãozinho, o que é que você mais gosta?
— Eu gosto de tu, professora, de tu!
A professora ficou toda comovida com a resposta do Joãozinho e disse:
— Joãozinho, pela tua resposta, que me deixou muito orgulhosa, vou lhe dar um refrigerante na hоrа do recreio, qual o seu refrigerante preferido?
— Eu gosto de Tota-Tola, professora!
Alfredo e Juvenal eram grandes amigos desde a infância.
Quando Alfredo se casou, convidou Juvenal para padrinho e aí ele percebeu que a mulher do seu melhor amigo vivia arrastando suas asas para ele.
Em nome da amizade, ele sempre desconversava quando a garota lhe vinha com indiretas. Até que um dia, ele estava no trabalho e recebeu um telefonema dela:
— O Alfredo viajou e eu estou aqui em casa, na beira na piscina... me sentindo tão solitária... por que você não vem me fazer companhia?
Lealdade tem limites. Juvenal resolveu aceitar o convite.
Chegando lá, encontrou a porta aberta e foi entrando.
Andou pela casa inteira e não encontrou ninguém. Ao chegar na suíte, ouviu o ruído da água do chuveiro. Tirou a roupa e deitou-se na cama, aguardando ansiosamente a porta do banheiro se abrir.
Alguns minutos depois, a porta se abre e aparece o Alfredo.
— O que é isso Juvenal? O que você está fazendo aí pelado na minha cama?
E ele, sem perder o rebolado:
— Pois é, rapaz... Sexta-feira, eu estava lá no escritório sem nada para fazer, olhei para o relógio, eram duas e quinze da tarde, aí eu pensei:
"Quer saber de uma coisa? Vou dar a bunda para o Alfredo!"
Um japonês e um finlandês estavam em um bar. Em um momento eles começaram a discutir e eventualmente, decidiram sair e resolver as coisas como homens.
Dez minutos mais tarde, o homem finlandês retomou a consciência e se viu deitado no chão no beco atrás do bar. Ele se levantou, entrou no bar, e percebeu que o japonês ainda estava lá. Então se dirigiu até o japonês e perguntou:
— Que diabos foi aquilo?
— Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Karatê, - respondeu o japonês.
Ambos continuaram a beber e depois de algum tempo, eles mais uma vez tiveram uma discussão. Mais uma vez eles decidiram resolver as coisas do lado de fora. Momentos depois, o homem finlandês acorda no beco, como antes.
— Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Judô, - disse o japonês quando o homem finlandês voltou.
Eles continuaram a beber, e, para surpresa de ninguém, começaram a discutir novamente. E saíram para resolver as coisas. Mas desta vez, foi o japonês que se viu batido no beco. Quando ele voltou para dentro, o homem finlandês disse:
— Algo também da sua terra natal, chamado de golpe de Nokia 3310.
Certa vez, o Diabo fez um desafio a Jesus:
— Eu aposto que digito muito mais rápido do que você...
O desafio foi aceito. No dia marcado, Jesus de um lado com um XT 4.77Mhz e o diabo com um supercomputador.
Todos a postos. O diabo estala os dedos enquanto Jesus olha calmamente para o seu oponente. Inicia-se a competição. Aquele que digitasse mais texto em 30 minutos seria o vencedor.
O Diabo digita de maneira feroz, a uma base de 900 toques/minuto. Do outro lado da sala, Jesus digita usando apenas os dois dedos indicadores, no melhor estilo "Catador de milho de Jerusalém".
A platéia fiса, obviamente nervosa com a performance do Messias, e rói as unhas... Quinze minutos se passam. O diabo já digitou cerca de 10Mb de texto, sem erros, enquanto Jesus Ainda está na casa dos 5Kb. Os olhares se tornam mais nervosos.
Vinte e Cinco minutos passados, o diabo já anda pela casa dos 20Mb de texto. Jesus anda pêlos 8Kb... Vinte e nove minutos passados. De repente, PLUM... Cai a luz... Desespero geral, pânico, gritaria. Os juizes decidem terminar a competição pelo tamanho final do arquivo.
Tamanho final do arquivo de Jesus: 10 Kb Tamanho final do arquivo do diabo: 0 Kb — Mas não pode ser... — grita o diabo. — Isso é roubo, roubo...
Então os juizes respondem:
— Você esqueceu de algo muito importante:
"Só jesus salva!"
A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sеxо ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:
A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.
A do Gerson "falava" da masturbação.
A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.
E chegou a vez do Joãozinho:
— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?
— Fiz sim, professora!
— Então, leia sua redação!
E o Joãozinho começou a ler alto:
"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"
Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!
A professora chocada pergunta:
— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sеxо?
Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:
— O Malaquias era fоdа!