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Chegando na Rodoviaria do Tiete, um nordestino aguardava um parente seu.
Enquanto aguardava observa numa lanchonete ao seu lado um rapaz que pedia dizendo:
— Por favor, senhor, me da uma ficha p/ a máquina de refrigerante.
Ele pegou a ficha, colocou na máquina e caiu um refrigerante. Logo pegou e saiu.
O nordestino observando aquilo, foi até o dono da lanchonete e lhe pediu:
— Me dê duas fichas também.
E o home lhe deu.
Então o nordestino colocou as duas fichas na máquina e caiu dois refrigerantes, mas não os pegou. Em seguida, ele pediu novamente:
— Me dê mais três fichas.
E o homem lhe deu.
Então o nordestino colocou mais três fichas na máquina, caindo logo em seguida três refrigerantes, dos quais ele também não os pegou.
Voltou a lanchonete e pediu mais cinco fichas. E o moço da lanchonete lhe perguntou:
— Por que você compra tantas fichas e não pega os refrigerantes, e o nordestino respondeu ingenuamente:
— Meu fiu, você acha, se eu tô ganhando tanto eu vô para de jogar!!!
Um caipira ao chegar na cidade grande resolve passear, estava caminhando ao lado de uma linha ferroviaria quando viu um trem vindo sentido contrario, ficou muito assustado, pegou seu laço e quando o trem estava do seu lado ele laçou o trem se quebrando inteiro, foi parar no hospital com pernas, braços e outras partes do corpo toda quebrada, depois de três meses de recuperação saiu do hospital, indo embora para casa resolveu olhar vitrine de uma loja de brinquedos, quando então viu um ferrorama e começou a quebrar a loja inteira, o gerente muito nervoso manda os seguranças o dominarem, depois de dominado o gerente foi até ele e perguntou:
— Você é louco?, quebrou toda minha loja.
O caipira responde:
— Louco nada, tem que matar em quanto é pequeno porque depois que cresce é impossível.
Um matuto ganhou uma boladinha no вiсhо, o suficiente pra comprar 50 bodes. E foi o que ele fez.
Todo feliz com a nova manada, foi pra sua vila contar pro pessoal. Chegando lá, encontrou um fiscal que não foi com sua cara e que estava a fim de sacaneá-lo.
Após uma semana, o fiscal bate em sua porta e pergunta:
— Como vão os teus bodes?
— Bem - responde o matuto, sem nada entender.
— E o que o senhor esta dando pra eles comerem?
— Lavage de роrсо, sô.
O fiscal reage, indignado:
— O que?? o sr. vai ser multado em 500 reais, isso é jeito de se tratar animais? se não pode dar comida não compre.
Passada outra semana, lá vem o fiscal...
— Como vão os teus bodes?
— Bem - responde o matuto, com um sorriso nos lábios.
Ele estava preparado pra essa vez!
— E o que o senhor esta dando pra eles comerem?
— Caviar, lazanha, churrasco.
— O que? O sr. será multado em 1000 reais! Tanta gente passando fome no Brasil e o sr. dando caviar pra bode??
Mais uma semana e...
— Como vão os seus bodes?
— Vão cada um como quer... - responde a vítima.
— E o que o sr. está dando pra eles comerem?
— Nada! Dô 50 conto pra cada um e eles come o que eles qué! !
Em uma cidade, no mais interior do Brasil que você possa imaginar, vivia uma moça que já não estava mais tão feliz com a vida simples que levava. Um belo dia, muito decidida, foi conversar com sua avó. Puxando bastante os "erres", naquele sotaque do interior, disse a mocinha:
— "Vovó, não agüento mais ficar aqui nessa cidade. Quero conhecer a capital, ver coisas novas... viver intensamente!!"
E a vovó, muito compreensiva, respondeu o seguinte:
— "Tudo bem minha filha, se é isso que você quer eu lhe dou o meu consentimento e a minha bênção. Mas deixe-me alertar de uma coisa: As moças lá na cidade usam um pedacinho de pano por baixo da saia, que elas chamam de calcinha. Aqui nós nunca nos preocupamos com isso, por isso eu preciso fazer uma para você antes de você viajar. Quando você chegar na cidade grande você compra mais algumas."
Assim dizendo, a boa velhinha foi até o celeiro, pegou um velho saco e com muita destreza costurou uma calcinha para a neta querida. No dia seguinte a moça já estava de partida com mala, cuia e calcinha (de saco) a caminho da cidade grande. Pegou sua passagem e suas malas e lá se foi para o trem (era o único jeito de sair daquele buraco). Estava um dia quente, e a moça, muito ingênua, vinha pelo caminho se abanando com a saia. De repente notou que um senhor que estava sentado de frente para ela, olhava atentamente para debaixo de sua saia. A moça irritada perguntou:
— "O que está olhando?!! Nunca viu?!"
— "Olha Dona, ver eu já vi muitas... Mas escrito "RAÇÃO PRA PINTO" é a primeira vez!!"
Toda semana um caipira passava em frente a um posto policial. Sempre parava, conversava um pouco com os guardas e dava um presentinho pra eles. Às vezes era um queijo, um pouco de leite, linguiça, frango, algumas frutas... Então o caipira ia embora... Era sempre assim. Os guardas até já sabiam o dia e a hоrа em que ele passava.
Mas um dia, atentos à passagem do matuto, os guardas já estavam com a faca na mão, esperando o queijo, quando vêem o matuto passar direto, sem parar. Estranham o fato, pegam a viatura e vão atrás do caipira. Quando pára a caminhonete, o caipira fala:
— Antes eu parava e dava um queijo procês porque eu não tinha carteira. Agora não preciso mais...
Um pesquisador fez um levantamento a nível nacional para saber as coisas que o homem brasileiro mais gostava. Em todos os cantos do pais a resposta era uma só:
— Dinheiro e mulher! Em todos os estados da federação, os homens respondiam de pronto:
— Dinheiro e mulher. Quase ao final da pesquisa, ele encontrou um mineirinho do interior sentado de cócoras a beira da estrada pitando um cigarro de palha. - Bom dia. O mineirinho deu uma tragada, cuspiu de lado e respondeu:
— Dia, sô. - Estou fazendo uma pesquisa para saber as coisas que o homem brasileiro mais gosta. O senhor pode me responder? O mineirinho deu mais uma tragada e mais uma cuspida:
— Uai, só. As coisa que o homi mais gosta eh dinheiro, muieh e вiсhо de pé. O pesquisador, estranhando a inclusão do item вiсhо de pé na resposta, perguntou:
— Olha, todo mundo falou dinheiro e mulher. Mas e вiсhо de pé? Mais uma tragada e mais uma cuspidinha, o mineirinho retrucou:
— Uai, só. Que que adianta nois ter dinheiro e mulher se o вiсhо não tiver de pé?
Numa fazenda do interior de Minas, o velho galo já não conseguia satisfazer todas as suas franguinhas. O fazendeiro decidiu, então, comprar um galo jovem que substituiria o velho cansado de guerra. Quando chegou o galo novo, todo forte e garboso, o velho galo se aproximou dele e disse:
— Garoto, ocê pode dexá pra mim ao menos duas das minhas galinhas favoritas? - Ha, de jeito nenhum! Elas são todas minhas agora. Se você não fez seu trabalho, o problema é seu! - ô minino, cê pode ao menos mi dá uma chance. A gente pode, se ocê aceitá, disputá uma corrida. Si eu ganhá, ocê dexa minhas favoritas. Se ocê ganhá, elas são todas suas. O galo jovem olha o velhinho acabado, praticamente sem fôlego e diz:
— Tá bem, você não tem nenhuma chance mesmo! - Bom, se ocê acha isso, ocê pode mi dá 20 passos de vantagem? Ocê é jovem forte e a gente corre até o outro lado do terreiro, uns 100 metros. - Tudo bem, respondeu o jovem galo. A corrida começa. O velho começa a correr, Нuмр , humpf humpf. e percorre os primeiros 20 passos. O jovem começa a correr também: patac, patac, patac... Depois de 50 metros o velho não tem mais que 5 passos de vantagem, depois de 70 ele não mais que 2, a 80, menos de 1 metro... Nesta altura o velho galo já está praticamente acabado mas continua correndo: humpfHumpfHumpf Aos 90 metros o jovem já está 5cm na frente do velho galo: Humpf Humpf eu ainda te peeeego!, grita o velhinho. Nisso o fazendeiro que passava pega sua carabina a atira no jovem galo. Guardando a carabina, ele diz à sua mulher:
— Num to entendendo isso, uai. Já é o quinto galo viаdо que a gente compra esta semana!
Três técnicos chegam ao fim do dia a um Monte onde se encontra um alentejano sentado. Um dos técnicos adianta-se para o alentejano e pergunta-le:
— Compadre, não se importa que passemos a noite aqui no seu monte e amanhã continuamos o nosso trabalho?
— Claro que não compadre. Mas o que faz tanta gente por estes lados?
— Bom, compadre, nós somos técnicos. Eu sou desenhador, aquele é topógrafo e o outro é engenheiro, e andamos por aqui para escolhermos o melhor local para construír uma estrada.
— Compadre, e é preciso tanta gente para um trabalho desses?
— Então compadre - pergunta e engenheiro - como é que vocês fazem para escolher o melhor caminho?
— Ora, compadre, montamos em cima do вurrо e ele é que sabe o caminho que mais convêm.
— Está certo compadre - volta o engenheiro - e se não houver вurrо?
— Bom, compadre, se não houver ВURRО aí precisamos de um ENGENHEIRO.