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Piadas de estudantes - Page 75
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O professor explica à classe que porque é corintiano roxo.
Pede às crianças que levantem as mãos todos que também torçam pelo timão.
Todos, constrangidos pelo professor, levantam as mãos, menos o Joãozinho no fundo da sala, e o professor, surpreso, pergunta para ele:
— Joãozinho, porque você não levantou a mão?
— Porque não sou corintiano.
— Se não é corintiano, para que time você torce?
— Sou Santista com muito orgulho.
O Professor não acreditando no que ouvia pergunta:
— Quem mal lhe aconteceu para torcer pelo Santos?
— Meu pai é santista, minha mãe é santista, meu irmão é santista e eu sou santista também.
— Isso não é motivo suficiente para torcer pelo Santos. Não tem que ser sempre assim. Se seu pai fosse idiота, sua mãe uma besta e seu irmão um imbecil, o que você seria então?
— Seria corintiano com toda certeza!
No consultório do Dr. George apareceu uma moça.
Ela foi à sala de atendimento. Quando tirou a blusa, podia-se ver um hematoma em forma de H no seu peito. O médico perguntou:
— Desde quando você tem essa marca, moça?
— Sabe, doutor, é que meu namorado conseguiu uma bolsa para estudar na Universidade Harvard. Ele ficou tão feliz que não tira o suéter da universidade nem quando fazemos amor, por isso ficou a marca.
O médico tratou do ferimento e se despediu da moça. Outro dia, outra moça apareceu. Esta, por sua vez, tinha um ferimento em forma de Y no peito. Questionada sobre a origem do ferimento, ela respondeu:
— Meu namorado entrou na Universidade de Yale. Está tão contente que usa o suéter até quando vamos para a cama...
Novamente, o médico tratou do ferimento e liberou a moça. Alguns dias se passaram e apareceu mais uma moça com um hematoma semelhante. Neste caso, era em formato de W.
— Já sei, disse o médico. Seu namorado conseguiu estudar em Washington!
— Namorado? Eu não tenho namorado. Nem conheço ninguém que estuda em Washington. Mas minha melhor amiga estuda em Michigan...
Joãozinho estava indo para a escola quando encontrou uma carta. Ele colocou a carta no bolso, sem ler, e seguiu o seu caminho para a escola.
Quando ele chegou na escola, sua professora viu que ele tinha algo no bolso e pediu para ver. Depois de ler a carta ela disse:
— O que é isso menino! Vai direto pra diretoria!!!
Quando Joãozinho chegou na diretoria, a diretora perguntou o que tinha acontecido. Então ele respondeu:
— É que quando eu estava vindo para a escola eu encontrei uma carta, a professora leu e me mandou pra cá.
E a diretora disse:
— Deixe eu ver essa carta Joãozinho.
Quando a diretora leu a carta ela disse:
— Que absurdo Joãozinho! Vai agora pra sua casa, você vai levar suspensão!
Joãozinho chegou em casa e sua mãe perguntou o que havia acontecido. Aí ele respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra cá.
— Deixe eu ver essa carta.
E depois de ler a carta, a mãe disse:
— Eu não acredito nisso! Vá embora daqui, você não é mais meu filho, vá morar debaixo da ponte!!
Debaixo da ponte Joãozinho encontrou um guarda que perguntou o que ele estava fazendo ali. E Joãozinho respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra cá.
O guarda pediu para ler a carta, e depois de ler disse:
— Não é possível! Vai agora pra cadeia!!!
Na cadeia Joãozinho encontrou um carcereiro que perguntou:
— O que você está fazendo aqui garoto?
Então ele respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cá.
O carcereiro quis ler a carta e o menino deixou. Mas depois de ler o carcereiro falou:
— Ah!!! Você vai ter que ir para o tribunal!
No tribunal o juiz perguntou por que Joãozinho estava ali. E ele respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cadeia, o carcereiro leu e me mandou pra cá.
E o juiz disse:
— Por favor, deixe-me ler essa carta.
Depois de ler a carta o juiz deu a sentença:
— Vai pra cadeira elétrica agora mesmo!!!
Joãozinho, morrendo de medo, teve que se submeter a isso. Depois de morrer eletrocutado, ele foi para o céu e Jesus perguntou o que ele estava fazendo ali tão cedo. E Joãozinho disse:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cadeia, o carcereiro leu e me mandou pro tribunal, o juiz leu e me mandou pra cadeira elétrica, eu morri e agora estou aqui.
Então Jesus disse:
— Isso deve ser sério então. Deixe eu ler essa carta.
Depois de ler a carta Jesus disse:
— Que horror! Você não pode ficar aqui, vai agora pro inferno!!
No inferno Joãozinho encontrou o capeta, que perguntou:
— O que você está fazendo aqui pentelho?
O menino respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cadeia, o carcereiro leu e me mandou pro tribunal, o juiz leu e me mandou pra cadeira elétrica, eu morri, fui pro céu, e Jesus me mandou pra cá.
Aí o diabo disse:
— Hum... Deixe eu ver essa carta... Deve ser bem interessante.
Mas como no inferno é muito quente a carta se queimou e ninguém nunca soube o que estava escrito nela!!!
A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição no quadro nеgrо:
— "Joãozinho tem o Раu Grande!".
Imediatamente ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula. No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais:
— "Joãozinho tem o Раu Grande!".
Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário. No outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro...
Até que um dia ela resolve colocar a prova a veracidade daquela mensagem. Quando toca a campainha avisando que a aula terminou ela pede para todos sairem menos o Joãozinho.
Tranca a porta, tira a roupa e estupra o menino.
No dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro:
— "A Propaganda é a Alma do Negócio!".