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O rapaz estava em um ponto de ônibus, esperando o ônibus e a todos que também esperavam o ônibus:
— Tem algum médico aqui no ponto?
Nisso, levanta uma evangélica, daquelas bem fervorosa, encosta no rapaz e começa:
— Meu jóvi, não sei o que tu tens enfrentado, mas muitas das vezes eu procurei médicos e eles não me davam respostas, então me entreguei pra Jesus. Diga o que te aflige?
O rapaz, esperando que ela acabasse a pirotecnia, respondeu:
— Nada, é que estou resolvendo palavras-cruzadas, e tem uma difícil aqui: Doença Vascular, com 9 letras.
Joãozinho vivia no sertão e na cidadezinha que ele vivia, não tinha nenhum médico. Sem contar que ele era a única criança que "estudava"... O filho da sua vizinha estava muito doente, mas não tinha como levá-lo ao médico. Então consultou o "estudioso" Joãozinho.
— Dona Maria, seu filhinho tá com solitária!
— Nossa, menino! Será que meu bebê vai morrer?
— Não, se ele vir aqui fizer um tratamento! Todo dia, traga leite e biscoito! Durante quinze dias! Assim vou matar a maldita!
No primeiro dia, Joãozinho pegou o leite e derramou no bumbum no bebê. Depois, colocou exatamente "lá", os biscoitinhos. E foi repetindo isso até que no décimo quinto dia, disse:
— Dona Maria, amanhã traga apenas o leite e um pedaço de madeira enoooorme!
A mulher não entendeu, mas obedeceu. Chegando lá, Joãozinho derramou como de costume o leite no bumbum da criança. Então esperou um pouco.
— Sim, e agora, para que serve o pedaço de раu?
— Vou usar já já, Dona Maria, para matar a desgraçada!
— Êpa, vai fazer o que esse pedaço de раu?
No mesmo instante, a solitária cansada de esperar,colocou-se pela metade para fora:
— E aí, galera? Beleza, meus chapas? Hoje não tem biscoitinhos não?
A freira vai ao médico:
— Doutor, estou com um ataque de soluços horrível. Não consigo comer, nem dormir... nada.
— Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.
Ele examina-a e diz:
— Irmã, a senhora está grávida!
A freira se levanta em pânico e sai correndo do consultório.
Uma hоrа depois o médico recebe um telefonema da madre superiora do convento:
— Doutor, o que é que disse para a irmã Carmen?
— Madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluço, passei-lhe um susto dizendo que estava grávida. Ela parou de soluçar?
— Sim, a irmã Carmen parou de soluçar, mas o padre Paulo fez as malas e sumiu!
Um bêbado chega em casa e vê a mesa toda desarrumada com alguns restos de comida do dia anterior.
Morrendo de fome ele resolve fazer uma boquinha, ou melhor, devorar tudo que vê pela frente. Como o seu estado não era dos melhores ele acaba comendo um pequeno rato que estava em cima na mesa. Percebendo a burrada que fez, ele sai a procura de um hospital.
Depois de rodar alguns quilômetros em zigue-zague ele vê um muro branco, estaciona e entra correndo, sem saber que aquilo na verdade era um hospício.
— Me ajuda, Doutor! — ele grita para o primeiro homem vestido de branco que vê — Eu engoli um rato, Doutor! (hic) O que eu faço?
Então o louco de plantão resolveu examinar o bêbado e lhe prescreveu uma receita.
O bêbado saiu de lá e foi direto pra farmácia.
— Seu farmacêutico! — gritou ele, entrando no estabelecimento — Eu engoli um rato (hic) e o médico me deu essa receita! Traz esse remédio pra mim! (hic) Urgente!
O farmacêutico olhou pra receita e começou a rir.
— O que foi? — perguntou o bêbado — Tá rindo do quê, cara?
— Olha só o que tá escrito na receita! — disse ele, sem parar de rir — "Tomar um gato de duas em duas horas e colocar uma ratoeira na bunda!"
Um idoso telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher.
A atendente lhe pergunta:
— Qual o problema de sua esposa?
— Surdez. Ela não esta ouvindo quase nada.
— Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, fará um теsте, para facilitar o diagnostico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo. Então quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo?
— Está certo!
À noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o теsте. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora!
— Maria... o que temos para jantar?
Nada, silêncio. Aproxima-se 5 metros:
— Maria... o que temos para jantar?
Nada, silêncio. Fiса à distância de 3 metros:
— Maria... o que temos para jantar?
Silêncio. Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
— Maria! O que temos para jantar?
— Frango! É a quarta vez que eu respondo!
O gaúcho, muito macho, foi fazer o seu exame de próstata. A sala de espera estava lotada de homens que, como ele, estavam condenados à maior humilhação da vida de um macho. Depois de entrar na sala e ficar de quatro em cima da mesa o médico colocou a luva e — pimba! — tacou o dedo pra dentro.
— Ai, tchê! — gemeu o gaúcho.
— Está doendo? — perguntou o médico.
— Eu não tô agüentando, Doutor... Eu vou gritar!
— Olha, eu acho melhor você se segurar! A recepção está lotada de pacientes e vai ficar uma situação embaraçosa...
— Bah! Mas eu não estou agüentando, Doutor! Vou gritar! Vou gritar!
— Calma, rapaz... Já está acabando...
— Mas eu não agüento, Doutor... Eu vou gritar! Eu vou gritar...
O doutor, já ficando de saco cheio de toda essa ladainha, consentiu:
— Então grita!
E o gaúcho:
— Bah! Mas que coisa deliciosa, tchê!
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário. Chutava pra cá, chutava pra lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada. Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.
Tempo depois o seu pai entra para se "desocupar" e nem notou a bola. Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço. Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fесаl! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:
— Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!
— Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!
— Que exagerando, o quê, meu! Eu tô olhando pra esse "merdel" todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!
— Bom, eu já tava indo pra casa; aproveito e passo aí que é caminho!
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.
— Olá, Anselmo, cadê o negócio que vô... Nossa mãe do céu! Que é isso? O que você comeu, criatura?
— Não falei? Agora tá acreditando, né?
— Nossa! Isso é inacreditável!
— E então, será que eu tenho algum problema sério?
— Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e quando espeta o "bolo" para coletar uma amostra do material... e BUMMM! A bexiga estoura e vôa меrdа pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio. Os dois, embosteados, se olham e, estupefato, o médico berra:
— Рuта que pariu! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas реidо com casca, nunca!