O Globo, 28/06/2002, p. 33 Mulheres acreditam em trote e tiram roupa para fazer exame à distância Lisboa. A ciência tem avançado tão rapidamente que algumas pessoas começam a exagerar na credulidade em relação ao alcance da tecnologia. Em sua edição de ontem, o jornal português 'Correio da Manhã' disse que dezenas de mulheres de São Bartolomeu de Messines tiraram a parte de cima da roupa em quintais, varandas, janelas e até mesmo na rua para fazer exame de 'mamografia via satélite, pelo raio laser'. Em reportagem intitulada 'Mamas ao léu', o jornal garantiu que as portuguesas foram convencidas a tirar a roupa por uma mulher que, por telefone, se identificava como médica e elogiava as vantagens da 'nova tecnologia de mamografia por satélite'. Para que se submetessem ao novo exame, a suposta médica afirmava, segundo o 'Correio da Manhã', que elas precisavam apenas ficar 'num local visível', de onde o 'satélite as pudesse captar'. Uma das vítimas disse que chegou a ir para uma colina tirar a parte de cima da roupa. - Estava perto da estrada e quando passava um carro, escondia-me, para que não pensassem que estava maluca. Uma amiga minha ficou com os seios nus à porta de casa e outras puseram-se à janela - disse a mulher, segundo o jornal. Ela apresentou à polícia um folheto com desenhos de mulheres com os seios nus distribuído em Messines, anunciando a 'mamografia por satélite'. Essa não é a primeira vez que portuguesas caem no trote: há um ano, em Lisboa, mulheres exibiram os seios para fazer a suposta mamografia.
Um guarda de trânsito pára um condutor por excesso de velocidade:
— Posso ver a sua carteira de habilitação?
— Não tenho. Foi suspensa na última vez em que fui processado!
— Muito bem! Então posso ver o registro de propriedade do veículo?
— O carro não é meu... Eu roubei!
— O carro é roubado?
— Sim, é roubado! Mas espere! Acho que vi o registro de propriedade no porta-luvas quando fui guardar o meu 38...
— O quê? Tem uma arma no porta-luvas?
— Sim... Eu guardei lá depois de matar a dona do carro e jogar o corpo dela no porta-malas!
— Não acredito! Tem um corpo no porta-malas?
— Sim senhor...
Ao ouvir isto, o agente chama imediatamente o seu superior, que começa o interrogatório:
— Senhor, posso ver a sua carteira de habilitação?
— Claro, aqui está ela!
Apreensivo, o policial examina o documento e vê que tudo está em ordem!
— A quem pertence este veículo? - prossegue ele.
— É meu, seu guarda. Aqui está o registro de propriedade - diz ele entregando o outro documento ao policial, que checa e constata que realmente o veículo pertence ao condutor.
— O senhor faria o favor de abrir lentamente o seu porta-luvas?
— Sim senhor - diz o sujeito, tranqüilamente, mostrando que o porta-luvas estava vazio.
— Agora quero ver o porta-malas - diz o oficial, confuso.
O condutor sai do carro e abre o porta-malas, mostrando que lá não havia corpo algum. Perplexo, o policial exclama:
— Não compreendo... O meu agente me disse que você não tinha carteira de habilitação, o seu carro era roubado, tinha uma arma no porta-luvas e um corpo no porta-malas...
— Ah, claro. E aposto que o mentiroso também lhe disse que eu andava em excesso de velocidade, não é?
Um politico Desses do Interior Comprou uma Mecerdes okm Decidiu testar..
Entrou na Dutra Foi logo Estralando até chegar aos 220km/h ...
Logo um Guarda avista .. vai atrás e pede para parar ...
— Bonito a toda essa velocidade hein?! Diz o guarda..
— Documento e habilitação por favor... Emenda -documento? indaga o politico... Não tenho não! Diz o politico -Como Vc não tem?
— Roubei esse carro? (na maior cara dura) -ahn? Como assim? tah me dizendo que vc roubou esse carro? pergunta o guarda jah assustado!
— Sim roubei! afirma o politico -Tah mas como? questiona o guarda -Apontei a arma na cara do cara e peguei o carro!
Explica o polico (com ar mais comum do mundo) -Tah mas e o dono do carro?
— Matei ele!
— Como assim?
Matei e coloquei no porta mala... Que ver a arma ? tah no porta luva... !Conclui o politico O guarda indiginado e asssutado pediu reforso. explicou a situação...
Logo o comandante foi com reforço...
Ao chegar no carro:
— Boa tarde!(comandante) -Boa tarde!(politico) -Documento do carro por favor!?(comantante) -Claro aqui está!(politico) -pera ae? Tah no seu nome(cmnt) -ue claro o carro e meu!(plti) -Abre o porta luva por favor ! Ele Abre VAZIO!(cmnt) -abre o porta mala por favor ! ele abre Vazio(cmnt) - Olha senhor axo que ha algo errado aqui... Pois o guarda disse que vocÊ roubou esse carro matou o maotoirsta e que ele está no seu porta mala... e que vc tem uma arma no porta luva!(cmnt) -Olha seu policial esse guarda deve tar louco.. tadinho...
So falta falar que eu estva a 220km/h...(Conclui o politico Se livrando da multa por alta velocidade)
Era uma cidadezinha pequena bem na divisa entre Brasil e Argentina.
Um sábado chegou um novo padre para a única igreja da cidade, que ficava no lado brasileiro. No domingo de manha a igreja ficou cheia para a missa. Argentinos, brasileiros, o prefeito, toda a cidade estava lá.
O novo padre começou o sermão:
— Irmãos. Estamos reunidos hoje aqui para falar dos fariseus... Aquela gente FILHA DA РUТА, COMO ESTES ARGENTINOS QUE ESTÃO AQUI!
O constrangimento é geral. O maior tumulto toma conta da igreja! Os argentinos saem xingando o padre, há briga na porta da igreja, a maior confusão.
Acalmados os ânimos o prefeito procura o padre na sacristia:
— Padre, pega leve. Os argentinos gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem divisas para o nosso lado da cidade! Não faça mais isso!
Relutante, o padre concordou. No domingo seguinte, começou seu sermão:
— Irmãos, estamos aqui reunidos hoje para falar de uma pessoa. Uma pessoa muito importante: Maria Madalena. AQUELA РUТА QUE TENTOU JESUS COMO ESTAS ARGENTINAS QUE ESTÃO AQUI!
Pancadaria na igreja. Tapas. Socos. Pontapés. Varias pessoas acabam internadas no pronto socorro da cidade! O prefeito novamente vai ao encontro do padre:
— Padre! Pelo amor de Deus, o senhor não disse que ia pegar leve? Já era difícil o comercio nessa cidade, agora vai ficar pior ainda!
— Padre, se o senhor não amansar eu vou escrever uma carta para o bispo e pedir sua retirada imediata!
O padre novamente concordou. Na manhã de domingo, o prefeito, precavido, entrou na sacristia com a polícia e a brigada militar.
— Padre, pega leve dessa vez senão te levo em cana!
A igreja estava lotada, saindo gente pelo ladrão. Tinha gente pendurada nos lustres e então o padre começou o sermão:
— Irmãos, estamos aqui reunidos hoje para falarmos do momento que precedeu a paixão de Cristo: a santa ceia.
O prefeito respirou aliviado. O padre continuou:
— Ao fim da ceia, Jesus disse aos seus apóstolos:
"Essa noite, um de vos irá me trair".
— Paulo lhe perguntou:
"Mestre, serei eu?"
— E Jesus respondeu:
"Não Paulo, não será você"
— Pedro também lhe perguntou:
"Mestre, serei eu?"
— E Cristo respondeu:
"Não Pedro, não será você"
— Então Judаs perguntou:
"Maestro, seré yo?"
COSA NOSTRA A Máfia estava com problemas de caixa, porque a polícia estava prendendo todos os cobradores e confiscava o dinheiro. Os chefões resolveram então contratar um cobrador surdo-mudo. Se o cara fosse preso, não diria nada.
Na primeira semana o cobrador consegue recolher 40.000 dólares. Dá uma coceira na mão, e ele decide ficar com a grana e colocá-la em lugar seguro. Uns dias depois a máfia percebe que está acontecendo algo e manda um pessoal para "conversar" com o cobrador.
Os capangas encontram o surdo-mudo e perguntam-lhe onde está o dinheiro. O cobrador não consegue se comunicar, e a Máfia manda buscar um interprete.
— Pergunte-lhe onde está a grana - diz um dos capangas.
Por gestos, o interprete faz a pergunta ao surdo-mudo. O homem responde, também por gestos:
"Não sei do que vocês estão falando"
. O interprete traduz aos capangas:
— Ele disse que não sabe do que vocês estão falando.
Um bandido puxa um 38, aponta-o para a cabeça do cobrador e diz, dirigindo-se ao intérprete:
— Pergunte-lhe novamente onde o dinheiro está.
O interprete faz a pergunta. Assustado, o surdo-mudo responde por gestos:
"Desculpem. Foi um momento de fraqueza. Os 40.000 dólares estão numa cavidade da terceira árvore em frente ao Museu Metropolitano de Arte, no Central Park".
O intérprete vira pros bandidos:
— Ele continua insistindo que não sabe do que vocês estão falando, diz que vocês são um bando de veados e que ninguém aqui é homem pra puxar o gatilho...