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Nos Estados Unidos, um jornal resolve entrevistar uma dona de um prostíbulo muito tradicional, que foi freqüentado por várias celebridades.
— Então madame, fale um pouco sobre os famosos que já vieram aqui.
— Bom, deixe-me ver. Tem o Fidel Castro, ele era apenas um jovem revolucionário naquela época. Ele vinha, trazia um bolo, pegava uma de nossas meninas e depois ia embora. Tem também aquele outro ex-presidente dos Estados Unidos. O JK!
— A senhora quer dizer, o John Kennedy?
— Isso mesmo. Ele era um jovem bonitão. Vinha, trazia uns brinquedos, pegava uma das meninas e ia embora. E, na mesma época, vinha também aquele outro... O atual presidente do país...
— O quê? O George W. Bush? Mas isso é impossível, afinal de contas ele era apenas um menininho, nessa época!
— Não, era ele mesmo. Ele vinha, comia o bolo do Fidel, brincava com os carrinhos do JK e esperava a mãe sair do trabalho.
Na sua recente visita aos Estados Unidos, Lula e sua esposa hospedaram-se num luxuoso Hotel.
Próximo das 17h, o Presidente agarra no telefone, chama o serviço de quartos e diz:
— Tu ti tu tu tu tu!
A recepcionista não compreende o que quer dizer e crendo que se tratava de uma mensagem cifrada, avisa imediatamente o FBI.
Num ápice, apresentam-se dois agentes do FBI e após horas de observação e estudos não conseguem decifrar a mensagem decidem então, chamar a CIA.
Os serviços secretos mandam mais dois agentes ao hotel e começam a investigar e a tentar decifrar a mensagem, mas sem qualquer resultado.
Entretanto, Lula, volta a telefonar para a recepcionista, agentes do FBI e da CIA ouvem a mensagem:
— Tu ti tu tu tu tu!
Desesperados os agentes resolvem chamar o tradutor oficial da língua portuguesa.
Um caça supersônico do Pentágono pousa instantes depois no aeroporto Kennedy, o respectivo tradutor oficial é conduzido sem mais delongas ao Hotel.
Chegado ao hotel e posto a par da situação o tradutor disfarça-se de criado, vai aos aposentos do Lula e descobre o mistério.
— O presidente brasileiro queria, simplesmente, dizer:
"Two tea to 222"
Capitalismo ideal:
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!
Capitalismo americano:
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fiса surpreso quando ela morre.
Capitalismo francês:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.
Capitalismo canadense:
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
Capitalismo japonês:
Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vаса normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
Capitalismo italiano:
Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!
Capitalismo britânico:
Você tem duas vacas. As duas são loucas.
Capitalismo holandês:
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
Capitalismo alemão:
Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
Capitalismo russo:
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.
Capitalismo suiço:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vаса dos outros.
Capitalismo espanhol:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
Capitalismo português:
Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...
Capitalismo chinês:
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.
Capitalismo hindu:
Você tem duas vacas. Ai de quem tocar nelas.
Capitalismo argentino:
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.
Capitalismo brasileiro:
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV-Contribuição Compulsória pela Posse de Vаса. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vаса restante para o fiscal deixar por isso mesmo...
A caravana do governo seguia pelo interior do Piauí, em vários carros. Todo mundo disfarçado de povo. Lá pelas tantas, no meio do poeirão, bate aquela sede, e o presidente manda parar junto da primeira casa no caminho para beber um pouco de água. Diante do pedido daqueles homens importantes, tudo doutor, a dona do casebre, hospitaleira como todo sertanejo, grita para o menino de uns 9 anos que estava sentado na porta:
— Luiz Inácio! Corre aqui, chegue! Traiz a quartinha e as caneca prus dotô bebê água!
Lula, todo vaidoso, pergunta:
— Eu vi que a senhora chamou o garoto de Luiz Inácio. Ele tem esse nome em homenagem a alguém?
E ela, sem nunca imaginar que era presidente em pessoa que estava ali, responde:
— Não, dotô, na verdade o nome dele é Fernando Henrique, mas é que urtimamente esse minino deu prá minti e fazê tanta меrdа, que nóis apelidô ele anssim.
Quase no fim da entrevista coletiva, um repórter da Globo fez a seguinte pergunta aos três políticos:
— Senhores, se vocês fossem solteiros, com quem os senhores gostariam de se casar?
O primeiro a responder foi Antony Garotinho:
— Eu me casaria com a Feiticeira, a mulher mais bonita do Brasil!
Então o bêbado, lá no fundo, batendo palmas, grita:
— Isso mesmo, muito bom, casou pela beleza, é isso ai, muito bom!
Logo após, o Governador Geraldo Alkimin deu a sua resposta:
— Eu me casaria com a Lu, pois ela me ama!
O bêbado, mais uma vez:
— Muito bem, é isso aí, casou por amor, valeu! Muito bom!
E então o Presidente Lula, demagogo como sempre, deu a sua resposta:
— Eu me casaria com o Brasil, meu coração pertence ao país!!
O bêbado, aprontando um baita estardalhaço:
— É isso ai , muito bom, isso que é homem honrado: fodeu, tem que casar!
Brasília, 10 de fevereiro de 2005 Meu filho:
Não quero mais que você estude. Quero que pare com as aulas do colégio, de inglês e de computação. Universidade? Nem pensar. Tudo isso é bobagem. Não quero que você sofra como eu sofri, para tentar chegar a algum lugar. Não, filho, não estou louco. Apenas quero que você se espelhe em nosso Presidente da República e seja como ele. Apenas quero que você se filie a Sindicato e faça parte da Comissão de Fábrica. Depois, fique amigo dos sindicalistas e se candidate em alguma Chapa. Aí, quando for eleito, você não terá que trabalhar mais ou ter estudado para ser alguém na vida, como nosso Presidente.
*Vejamos:
— Ele não estudou;
— Ele não trabalhou muito, apesar de ser "Líder" dos trabalhadores;
— Ele tem um belo salário como Presidente;
— Ele tem um belo salário do Partido, sem trabalhar;
— Ele também recebe pensão como anistiado;
— Ele tem aposentadoria;
— Ele tem filhos estudando no exterior;
— Ele não paga aluguel da mansão onde mora;
— Ele desconhece os preços de supermercado, padaria, farmácia, açougue, etc;
— Ele viaja ( e muito ) de avião;
— Ele tem carros;
— Ele não fala inglês, espanhol ou outra língua - nem português;
— Ele tem ternos italianos;
— Ele não tem experiência administrativa;
— Ele não tem humildade;
— Ele traiu todos seus compromissos de campanha;
— Ele defende, hoje, tudo quanto atacava e era contra não política do Presidente anterior;
— Ele não tem vergonha em dizer que "é do povo", mesmo vivendo como um rei.
Assim, meu filho, apenas reforço o pedido: siga o exemplo de nosso Presidente, já que tudo que passei na vida (estudos, faculdade, Mestrado, Doutorado, Cursos de Idiomas, Concursos Públicos e trabalho, não me levaram a NADA! ). DA PRÓXIMA VEZ, CORTO O MEU DEDO NA PRENSA E VIRO SINDICALISTA.
Um abraço.
Seu pai.
Detalhe:
"O NOSSO PRESIDENTE", se quisesse, não poderia ser GARI.
O concurso de GARI exige segundo grau completo.
Viva o povo brasileiro!
Lula queria um selo de correio com sua foto para marcar o primeiro aniversário de governo. Duda Mendonça achou boa a idéia e executou o projeto. Lula aprovou e mandou a ECT fazer 10 milhões de selos. Quando o selo foi para as ruas, Lula ficou radiante! Mas, em poucos dias, ele ficou furioso ao ouvir reclamações generalizadas de que o selo não aderia aos envelopes. Convocaram, imediatamente, os responsáveis pela confecção e emissão do selo com a sua imagem, ordenando que investigassem, rigorosamente, o assunto. Comissões, grupos, subgrupos e equipes pesquisaram nas gráficas e agências dos Correios de todo o país, ouviram usuários, balconistas etc. e, finalmente, desvendaram o que estava ocorrendo.
Conclusão do relatório:
"Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está cuspindo do lado errado."
Collor morre, e como todos já imaginavam, bate na porta do inferno:
Toc-toc-toc... O Diabo em pessoa abre a porta:
— Estávamos a sua espera! Como você enganou todo mundo lá no Brasil, você está condenado a passar a eternidade neste quarto cheio de меrdа atolado até o pescoço!
Estava o Collor no quarto com меrdа até o pescoço, quando olhando para o fundo do quarto, perto da parede, vê o Maluf atolado só até os joelhos.
Intrigado, Collor pergunta:
— Maluf, como pode você, que roubou muito mais do que eu em toda a sua vida, estar com меrdа só até os joelhos, enquanto eu estou aqui atolado até o pescoço?
E o Maluf:
— É que eu estou em cima dos ombros do Quércia...