O português nunca tinha viajado de avião.
Muito encabulado ficou observando como os outros passageiros se comportavam.
Na poltrona ao lado estava um papagaio que não parava de praguejar:
— Ô aeromoça, sua vаса, me traz um uísque!!
A aeromoça muito educadamente serviu ao papagaio.
Mas ele não perdoava:
— Ô sua gаlinhа, traga mais gelo pro meu uísque!!
E a aeromoça o atendia.
O Português resolve então entrar na do papagaio.
— Ô vagabunda, traga cá um uísque.
A aeromoça com uma paciência de jó, trouxe o uísque para o português.
— Traga mais gelo, Роrrа caralhos!!!grita o português.
A aeromoça então, sem mais paciência, entra na cabine do avião aos prantos:
— Comandante, não aguento mais...
— O que houve? pergunta o Comandante.
— É aquele papagaio de novo!!! E agora está junto com um português, e não param de me xingar.
— O Comandante, que de vez em quando traçava a aeromoça, tomou suas dores,pôs o avião no piloto automático e partiu para cima dos dois.
Pegou os dois, abriu a porta do avião e arremessou os dois para fora a mais de 10.000 metros de altura.
O papagaio se concentra e começa a planar, em quanto o português dispenca a toda velocidade.
O papagio dá um razante, chega perto do português e grita:
— Vôa português!!!
E o portuga responde:
— Ora ô raios!! eu não sei voar.
— Pôrra, pra quem não sabe voar,tu é abusado pra саrаlhо... Diz o papagaio.
O Português, o Alemão e o Americano foram assaltar o banco em um país distante. Planejaram tudo direitinho, mas na hоrа se confundiram e foram pegos. No julgamento, o juiz declarou:
— Cada um será preso em uma cela durante 20 anos. Cada um também poderá levar algo para acompanhá-lo na cela.
O americano disse:
— Eu não poder viver sem mulher e sеxо. Eu querer duzentas mulheres comigo na cela.
O alemão disse:
— Pos eu fai querrer beber cerveja, parra passar esses vinte anos bebendo, eu quero cinqüenta mil litros de cerveja!
Chegou a vez do português:
— Ó pois, eu vou querer apenas uns dez mil pacotes de cigarro para poder passar vinte anos dando tragadas.
Vinte anos depois, vão verificar o que aconteceu com os prisioneiros. Abriram a porta do americano e saíram quatrocentas crianças, junto com as mães; o americano estava jogado na cama, exausto, estafado e estressado.
Abriram a porta do alemão, e lá estava um galão gigante de cinqüenta mil litros vazio e o alemão com a pior ressaca da história da humanidade, podre, podre, podre.
Apreensivos, pensando que talvez o português já estivesse morto de câncer, abriram a porta da cela do português. Olharam para dentro, e eis que aparece o português, com uma longa barba branca, pedindo:
— Por favoire, alguém poderia me arrumar um palito de fósforo?