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Salim, cheio de dinheiro veio ao Brasil.
E, ao visitar a Esquadrilha da Fumaça, seu filho Salinzinho vui uma placa que dizia:
— Passeios de avião, apenas 200 reais!
Salinzinho ficou louco de vontade queria andar de avião de qualquer jeito, mas, Salim muito "mão de vаса" não queria gastar nem um tustão de todo seu dinheiro.
O piloto do avião, diante daquela situação disse a Salim:
— Vamos fazer o seguinte, vamos andar de avião com a porta aberta, vou fazer umas manobras, se você gritar, você paga a viagem, caso contrário fiса de graça. Ok?
Feita e aceita a aposta, Salim e Salinzinho embarcaram no avião, e logo que decolou, o piloto já começou a fazer suas manobras. Depois de 1 hоrа de vôo e nem um "piu", o piloto pensou:
— Esse Salim é bom mesmo, não soltou nem uma palavra!?
Então desceu o avião e ainda dentro, o piloto pergunta:
— Salim, não teve nenhum momento que você teve vontade de gritar?
Salim responde:
— Teve sim.
— É, quando?_ pergunta entusiasmado o piloto.
Salim por sua vez responde:
— Foi quando Salinzinho caiu da avião!!!!!!!!!!!
Um português estava no Brasil e decidiu voltar para Portugal, pois estava com saudades de sua tia Maria.
No Avião, ele sentou num acento, e por lá ficou.
Chegou a Aeromoça para pegar os bilhetes:
— Seu bilhete por Favor.
Ele entregou o bilhete:
— Senhor, este bilhete está errado, por favor, dirija-se ao Acento 54, que fiса na classe econômica._falou a Aeromoça.
— Daqui ninguém me tira!
Não teve jeito, ela teve que chamar o copiloto:
— Senhor, retire-se por favor._pediu o copiloto.
— Daqui ninguém me tira.
E agora, tiveram que chamar o piloto.
Enquanto isso, o homem que estava do lado do português cochichou no ouvido dele e ele pegou suas malas e saiu correndo para a classe econômica.
— Ei, cadê o português?_perguntou o homem.
— Ele foi para a classe econômica. Eu só disse uma coisa pra ele e ele foi pra lá.
— O que você disse pra ele?
— Que esta parte vai pra Paris, e a outra vai pra Portugal.
Certa vez em um avião viajavam um português, um brasileiro e um peruano. De repente o peruano que era o piloto vem correndo até os companheiros e diz: O avião está caindo, e o problema e que temos somente dois para-quedas, sem perder tempo o peruano coloca um deles nas costas e atira o outro para os dois amigos. Logo o português diz: vamos tirar a sorte no par ou ímpar, o peruano ao ver que o português tinha ganhado a disputa saltou, mas depois de passados alguns segundos ele estra- nha a demora e olha para cima, vendo o brasileiro saltar com o para-quedas e português na porta do avião com um frasco em uma das mãos e outra a massagear o cabelo e logo em seguida o português pula, passando pelos dois companheiros e se esburracha no chão. Quando chegam no solo o peruano intrigado, pergunta ao brasileiro o que ele havia feito para conseguir o pára-quedas, o brasileiro disse que havia trocado por seu tônico capilar e vai embora, o peruano corre até o português e vê seu corpo quase que irreconhecível mas ainda segurando o frasco em uma das mãos.
Curioso ele se aproxima e lê no rótulo do frasco:
"Tônico capilar pára queda de cabelos."
O português se preparava para pegar um avião e voltar para Portugal quando uma coisa no aeroporto chamou sua atenção. Era um computador com voz que identificava os passageiros sem documentos. Assim que ele passou, o computador acusou:
— Joaquim Pereira, 45 anos, português, casado, passageiro do vôo 572 da TAM.
Impressionado, Joaquim foi ao banheiro, raspou o bigode e trocou de camisa. Ao passar pelo computador, a voz acusou novamente:
— Joaquim Pereira, 45 anos, português, casado, passageiro do vôo 572 da TAM.
Mas Joaquim não se deu por vencido! Voltou ao banheiro e passou maquiagem, colocou uma peruca loira e um vestido.
— Agora eu provo que essa máquina é burra!
E a maquina acusou de novo:
— Joaquim Pereira, 45 anos, português, casado, que por causa dessa viadagem acaba de perder o vôo 572 da TAM.
Querida Mãe, As coisas não estão indo bem aqui no Brasil. A minha esposa Maria, que aliás também é tua nora, ficou adoentada e levei – a ao ginecologista, que imediatamente nos perguntou se tínhamos ORGASMO. Fomos embora do consultório na hоrа, pois tínhamos Golden Cross. A coitada não pode nem mesmo ser atendida, ora pois. Senão bastasse isto teu filho é um fracassado nos negócios, acabei com todo o dinheiro que a vovó me deu.
Primeiramente comprei um táxi, mas não conseguimos nenhum passageiro. Ainda bem que a Maria estava sempre no banco do passageiro me consolando, o apoio dela foi fundamental. Daí, então, fui trabalhar em uma loja de carros usados e fui despedido logo no primeiro dia. Imagine só: para cada UNO vendido, eu dava um PRÊMIO de presente, e ainda estou sendo processado por furto! Aí então tentei novamente ser empresário, e dancei de novo. Abri um parque de diversões e, atendendo ao apelo dos clientes, construi um cinema cento e oitenta graus. Infelizmente eles não resistiram e morreram carbonizados. Se não bastasse, fecharam o parque e atualmente respondo à um processo de homicídio doloso.
Arrasado, tentei outro emprego, desta vez em uma loja de tecidos na 25 de Março. As coisas não estavam indo bem, e o meu chefe ainda me pedia que fizesse uma "queima de estoque". Não entendi, mas ordens são ordens. Aí queimou um quarteirão inteiro, fui despedido e ainda falaram que a culpa era toda minha, razão pela qual estou respondendo a um processo de tentativa de homicídio e outro de destruição de patrimônio. Nem ao menos posso me divertir andando de SKATE . Aqui no Brasil só tem subida, ora pois.
Na verdade o povo daqui é muito estranho. Entrei um dia desses num elevador e o motorista me perguntou que andar eu iria, aí resmunguei que qualquer um, pois já tinha errado de prédio mesmo. E se não bastasse tudo isso acabei com o pouco dinheiro que restava vindo a comprar uma caixa de NAFTALINAS para matar as baratas que andavam pela minha casa. O problema é que minha pontaria é uma droga, e não conseguia acertar nenhuma. Aí fui conferir o jogo que vim a jogar na SUPER-SENA e me ocorreu algo engraçado: eu sempre perdia. Aí, ao conferir o jogo descobri que tinha empatado, ora pois. Joguei o bilhete fora. Será que algum dia eu vou ganhar? Te escrevo agora da prisão , pois levava a Maria para passear em meu FURGÃO foi abordado por um policial que me pedia o documento da BESTA. Imediatamente dei o meu passaporte. Não é que o policial não me entendeu e me disse que não queria o meu passaporte. Já que nós não nos entendemos me pediu então o documento da PERUA, razão pela qual dei o passaporte de Maria. Não é que o tal guarda ficou nervoso e me ordenou que saísse e colocasse minhas mãos sobre a cabeça, mamãe, eu juro que o obedeci, não tive culpa que a peruca dele caiu, o homem ficou рuто e me prendeu por desacato! Mamãe não vou poder pegar o Manolo no aeroporto amanhã, pois estou preso. Mas peça para ele me aguardar que quando sair daqui vou buscá-lo lá mesmo. Um abraço a todos, um beijo de seu eterno, Joaquim Manoel
O português nunca tinha viajado de avião.
Muito encabulado ficou observando como os outros passageiros se comportavam.
Na poltrona ao lado estava um papagaio que não parava de praguejar:
— Ô aeromoça, sua vаса, me traz um uísque!!
A aeromoça muito educadamente serviu ao papagaio.
Mas ele não perdoava:
— Ô sua gаlinhа, traga mais gelo pro meu uísque!!
E a aeromoça o atendia.
O Português resolve então entrar na do papagaio.
— Ô vagabunda, traga cá um uísque.
A aeromoça com uma paciência de jó, trouxe o uísque para o português.
— Traga mais gelo, Роrrа caralhos!!!grita o português.
A aeromoça então, sem mais paciência, entra na cabine do avião aos prantos:
— Comandante, não aguento mais...
— O que houve? pergunta o Comandante.
— É aquele papagaio de novo!!! E agora está junto com um português, e não param de me xingar.
— O Comandante, que de vez em quando traçava a aeromoça, tomou suas dores,pôs o avião no piloto automático e partiu para cima dos dois.
Pegou os dois, abriu a porta do avião e arremessou os dois para fora a mais de 10.000 metros de altura.
O papagaio se concentra e começa a planar, em quanto o português dispenca a toda velocidade.
O papagio dá um razante, chega perto do português e grita:
— Vôa português!!!
E o portuga responde:
— Ora ô raios!! eu não sei voar.
— Pôrra, pra quem não sabe voar,tu é abusado pra саrаlhо... Diz o papagaio.
O português desembarcou em Porto Alegre para conhecer o RS e um pouco do Brasil. Ao descer no aeroporto, pensou:
— Vou comprar um jornal para ficar mais atualizado.
Comprou e começou a ler e andar pela cidade. No meio do caminho deu aquela vontade de саgаr. Porém não conhecia o lugar, nem tampouco sabia onde encontrar um banheiro. Foi até uma praça, achou uma moita, colocou duas folhas do jornal no chão e fez o que precisava fazer.
Porém, muito educado não iria deixar aquilo alí. Pegou o embrulho e saiu a procura de uma lata de lixo. Alguns passos a frente encontrou um vendedor de balanças cercado por uma multidão que ouvia suas palavras:
— Estas balanças são precisas. Compre uma dessas e jamais alguem lhe enganrá na feira. Dito isto, olhou para o portugues com aquele embrulho na mão e resolveu agir. Tirou-o da mão do portugues e pôs na balança: exatos 800 gramas. Pegou o embrulho novamente e começou a gritar:
— Vejam só. Este pobre homem acaba de ser enganado, algo que deveria ter um quilo, só tem 800 gramas. Ao dizer isto, começou a sacudir e a girar sobre sua cabeça o embrulho, que por ser feito apenas de duas folhas de jornal, não suportou, partiu-se e foi меrdа por cima de todo mundo.
As pessoas irritadas, partiram pra cima do português e lhe deram o maior раu que Porto Alegre já viu. O portuga apavorado pegou um taxi,voltou ao aeroporto e embarcou para Portugal.
Ao chegar lá sua esposa o endagou:
— Ué manoel, tu não ías passar um mês no Brasil?
E ele de pronto respondeu:
— No Brasil não dá para ir mais. Tu acreditas que lá, se tu não саgаr "um quilo" certinho eles te dão uma baita surra?
Um voluntarioso rapaz alista-se na tropa e passado o tempo da recruta inscreve-se nos paraquedistas. Após as 1ª lições de como saltar, feitas no solo, eis que o valente soldado embarca pela 1ª vez num avião juntamente com uma dezena de colegas para o 1º salto da sua vida... No dia seguinte telefonou para casa dos pais e o telefonema foi mais ou menos assim:
— Então meu querido filho, saltaste? - perguntava o pai.
— Espere, eu vou contar como foi: Quando chegámos à altura escolhida, abriu-se a porta e o sargento chamou-nos para o salto. Mais ou menos assustados, com uma pequena 'ajuda' do sargento, os meus colegas lá foram saltando todos até chegar a minha vez.
— E tu saltaste?
— Espere. Já lá chegamos. Eu disse ao sargento que não saltava porque tinha medo. Ele disse que eu saltava nem que tivesse que me dar um pontapé!
— E tu saltaste?
— Já lá vamos... Eu agarrei-me a tudo o que pude e o sargento chamou o co-piloto, um tipo com 1.90, 120 kg de peso, e eu ainda me agarrei com mais força.
— E tu saltaste? - pergunta novamente o pai já impaciente....
— Eu estava amarelo de medo e então o co-piloto baixou o fecho do fato, mostrou-me uma p*** de 30 cm que mais parecia um extintor e disse-me que ou eu saltava ou me enfiava aquilo pelo cu acima!
— Então tu saltaste... Claro!!!!
— Bom, ao princípio saltei um bocadinho...
Um piloto conduzindo seu avião por sobre a floresta amazônica percebe uma pane no painel de navegação da aeronave e quando da por sí, está demasiadamente afastado de sua rota, iniciando um diálogo com a torre de comando:
Avião - Mayday, mayday, aqui é o passageiro 259, estou com 180 passageiros, perdi o computador de navegação, estou a 300 km do aeroporto mais próximo, e meu combustível só dá para cobrir uns 150 km, solicito orientações.
Torre de comando - Atenção a toda tripulação, analizando sua situação, todos deverão repetir comigo:
"Pai Nosso que estais no céu..."
Dois Portugueses chegam ao Brasil, desembarcam no aeroporto do galeão, e um fala para o outro: Joaquim haveremos de nos cuidar aqui no brasil, porque brasileiro gosta de gozar com a cara dos Portugueses, entram numa lanchonete no proprio aeroporto, e pedem uma cerveja ao garçon, o garçon indentifica-os como Portugueses, e pensa consigo mesmo, vou gozar com a cara destes Portugueses, traz a cerveja e dois copos colocando-os na mesa de boca para baixo, um dos Portugueses imediatamente olha para o outro e fala: Não te falei começou a gozação estes copos não tem boca, o outro por sua ves levanta um copo bem devagarinho e exclama: E ralhos, o pior é que não tem fundo tambem......