Piadas sobre filmes e atores

Passando por uma pequena cidade, o forasteiro entrou num bar, olhou para todo mundo e dirigiu-se ao proprietário; Por favor bebida pra todo mundo.
O pessoal no bar ficou meio espantado.
Após alguns minutos o forasteiro dirigiu-se novamente ao proprietário e pediu mais uma rodada para todos e retrucou: Ninguém aqui me conhece?
Ninguem respondeu. Ele insistiu, ninguém aqui me conhece?, ninguém aqui ouviu falar do homem que pega uma onça na unha??, Ninguém ouviu falar do macho que não corre do perigo?. Pois aqui esta o homem, e pode mandar mais uma rodada para todos.
Neste exato instante desceu correndo ladeira abaixo um gurí todo assustado e entrou para dentro do bar pra pedir ajuda.
Fala guri, o que é que esta acontecendo? E o guri respondeu: Entrou uma onça na cidade e já comeu dois perto do arroio e tá vindo aqui pra cidade.
Ai todos os olhares se dirigiram para o Gaucho Valente que estava no bar.
Bá ta aí o homem que pega a onça na unha.
O Forasteiro deu uma olhada geral e falou: Tá bem, então vamos organizar esta caçada, vocês todos seguem naquela direção e deixa que eu vou sózinho por aqui.
O forasteiro sorrateiramente foi saindo, e em seguida largou um pinote pra fugir da onça, mas para sua surpresa enquanto ele corria ele começou sentir um bafo quente na nuca, (adivinha se não era a onça) Ele corria mais e mais até tropeçar numa pedra. A onça passou por cima dêle e bateu a cabeça na rocha morrendo instantaneamente, salvando-se assim o Gaucho Valente.
Quando o povo começou se aproximar o Gaucho Valente lenvantou-se imediatamente e pisou em cima da cabeça da onça. O povo gritava: Viram o forasteiro disse que pegava a onça na unha e pegou mesmo. O povo batia palmas.
Dai um sujeito que estava por perto perguntou:
O que é este cheiro de меrdа que está por aqui?
O Gaucho Valente respondeu: É que quando eu mato um вiсhо como este eu me cago todo de satisfação.
O Coliseu estava repleto e o povão já começava a ficar impaciente. Naquele dia o Imperador oferecia aos romanos o grande espetáculo do ano: a luta do gladiador Vinícius com o leão Leonius. Vinícius, dois metros de altura com 120 kg de músculos, cairá em desgraça por sua conversão ao cristianismo . Leonius era o maior e mais feroz leão do elenco do Coliseu. A grande maioria mostrava preferencia pelo leão, movida pela grande campanha difamatória montada contra os cristãos; uma vitória de Vinícius porem não causaria muita surpresa, hábil como era no manejo das armas. Chegou o grande momento: Vinícius entrou na arena vestindo somente uma tanga, sem portar qualquer arma. A multidão suspirou aliviada. A surpresa foi ainda maior quando os soldados abriram um grande buraco no centro da arena e nele enterraram Vinícius em pé, deixando apenas sua cabeça do lado de fora. A multidão chegou ao delírio e o Imperador, raposa velha, sorria de satisfação ao constatar a receptividade de sua estratégia. A arena foi esvaziada, que ninguém era de ferro, e entrou Leonius. NOlhou imponente para a multidão que o ovacionava e começou a caminhar lentamente para Vinícius, ou melhor, para sua cabeça. Ao chegar a uma distância de uns dez metros, iniciou a corrida e deu um grande salto, com a óbvia intenção de abocanhar seu prato. Vinícius moveu rapidamente sua cabeça para o lado, conseguindo iludir o leão e escapar de seus afiados dentes. A multidão esbravejava e incentivava a fera, gritando em coro: mata, mata, mata... Leonius deu a volta na arena, tomou mais distância e partiu para o segundo bote com mais velocidade. Desta vez Vinícius desviou a cabeça para trás e, quando o leão passou por cima dela, abocanhou seus testículos, segurando-os entre os dentes com todas as suas forças. Sem aliviar a pressão, foi inclinando a cabeça para o lado de modo a obrigar o leão a se deitar. A multidão calou-se estupefata. O enorme leão ia caindo lentamente ao lado da cabeça de Vinícius quando o Imperador, perdendo a compostura, levantou-se e gritou:
— Joga limpo, cristão filho da pu*a!
Numa família pobre, que tinha como única fonte derenda uma vaquinha leiteira ocorre uma tragédia:
Ao amanhecer mais um dia, a dona da casa olha pelajanela e se depara com aquela cena horrível, avaquinha estava morta!!!
Sem conseguir imaginar uma maneira de viver sem arenda adquirida com a venda do leite da vaquinha, elacorta os pulsos e se mata...
Em seguida, sem saber de nada, acorda o marido,cardíaco, e vai tomar um ar na janela quando se deparacom aquela cena horrível, a mulher morta, a vaquinhamorta...
Seu coração doente não agüenta e ele morre ali mesmo.
Neste instante, vem saindo o filho mais velho que veiopara pedir a bênção e ir para a faculdade quando vê:
Seu pai morto, sua mãe morta, a vаса morta!!!
Endoidecido, ele sai correndo para se afogar no mar!
Chegando lá, ele vê uma sereia que lhe diz:
— Eu sei o que aconteceu, mas se você тrераr comigoe der "7" sem sair de cima eu torno tudo ao normal.
Ele foi com coragem mas na sexta ele broxou, aopasso que a sereia, enfurecida, pegou um facão e omatou jogando-o ao mar...
Então chega seu irmão, desesperado e inexperientechamando por ele e a sereia o interrompe:
— Teu irmão morreu, e eu sei o que aconteceu comtodo mundo! E se você тrераr comigo e der "6" semsair de cima eu torno tudo ao normal...
E lá foi ele também, mas, broxou na quinta vez...
A sereia, enfurecida, matou-o também!
Nisso vem chegando Joãozinho com cara de safado...
E a sereia lhe diz:
— Joãozinho, se você тrераr comigo e der "30" semtirar de dentro, eu torno tudo ao normal com meuspoderes mágicos!!!
— Trinta? - disse o garoto - Você não vai agüentar evai morrer que nem a vaquinha.