Na escola a professora fazia a chamada. — Joaquim. — Eu. — Manuel. — Eu. — Joãozinho. — Eu.(respodeu com uma voz fininha) Todos tirarão sarro do muleque. Quando chegou em casa disse para sua mãe oque tinha acontecido, e então ela resolveu levar ele para o médico. Chegando lá, o médico disse: — Qual é o seu problema joãozinho? — É que eu tenho a voz muito fina.(respondeu com a voz fininha) -Então pegue aquele раu artificial e quando você for para a escola enfie ele no rаво. No dia seguinte, quando ele foi responder a chamada. — Joaquim. — Eu. — Manuel. — Eu. — Joãozinho. — Eu.(respondeu com uma voz grossa) Todos ficarão admirados. — Nossa olha a voz dele. — Que voz grossa. Então todos os dias era mesma coisa ele pegava o раu enfiava no rаво e ia para escola. Um dia não achou e disse para sua mãe. — Mãe, sabe onde está meu раu artificial.(com a voz fininha) -Não sei onde está, não.(responde com a voz grossa)
Na escola a professora fazia a chamada.
— Joaquim.
— Eu.
— Manuel.
— Eu.
— Joãozinho.
— Eu.(respodeu com uma voz fininha) Todos tirarão sarro do muleque.
Quando chegou em casa disse para sua mãe oque tinha acontecido, e então ela resolveu levar ele para o médico.
Chegando lá, o médico disse:
— Qual é o seu problema joãozinho?
— É que eu tenho a voz muito fina.(respondeu com a voz fininha) -Então pegue aquele раu artificial e quando você for para a escola enfie ele no rаво.
No dia seguinte, quando ele foi responder a chamada.
— Joaquim.
— Eu.
— Manuel.
— Eu.
— Joãozinho.
— Eu.(respondeu com uma voz grossa) Todos ficarão admirados.
— Nossa olha a voz dele.
— Que voz grossa.
Então todos os dias era mesma coisa ele pegava o раu enfiava no rаво e ia para escola.
Um dia não achou e disse para sua mãe.
— Mãe, sabe onde está meu раu artificial.(com a voz fininha) -Não sei onde está, não.(responde com a voz grossa)