Na esquina havia um loro com batom no bico e as penas do rаво arrepiadas e ruivas. Numa cena típica de qualquer cidade, ele andava rebolando e rodando uma bolsinha. Foi quando outro papagaio, conhecido seu, o avistou e, chegando bem pertinho, perguntou: — Chicão? É você mesmo? — Sim. Agora sou Chiquinha, por favor. – responde o travestido. — Que é isso, cara? Que viadagem é essa? — O que foi, loro? Nunca viu não? É opção sеxuаl! — Você ficou louco? Batom no bico, penas tingidas de ruivo... — Você gostou, né? — Meu! Tá horrível! Virou bichinha? Dá pra explicar o que aconteceu com você? — Quer saber mesmo? Eu caaaansei! Cansei dessa coisa de ficar dando só pé!
Na esquina havia um loro com batom no bico e as penas do rаво arrepiadas e ruivas. Numa cena típica de qualquer cidade, ele andava rebolando e rodando uma bolsinha. Foi quando outro papagaio, conhecido seu, o avistou e, chegando bem pertinho, perguntou:
— Chicão? É você mesmo?
— Sim. Agora sou Chiquinha, por favor. – responde o travestido.
— Que é isso, cara? Que viadagem é essa?
— O que foi, loro? Nunca viu não? É opção sеxuаl!
— Você ficou louco? Batom no bico, penas tingidas de ruivo...
— Você gostou, né?
— Meu! Tá horrível! Virou bichinha? Dá pra explicar o que aconteceu com você?
— Quer saber mesmo? Eu caaaansei! Cansei dessa coisa de ficar dando só pé!