No bar de sempre, o sujeito encontra o amigo cheio de hematomas, sentado em um canto. — Kléber? O que aconteceu, cara? — Putz, é que ontem eu apertei o peito da minha mulher e levei uma surra. — O quê? — grita ele, assustado — Ela ficou louca? Quando eu aperto o peito da minha mulher ela fiса excitada, me faz carinho... — É... mas você já tentou apertar o peito dela com a porta do carro?
No bar de sempre, o sujeito encontra o amigo cheio de hematomas, sentado em um canto.
— Kléber? O que aconteceu, cara?
— Putz, é que ontem eu apertei o peito da minha mulher e levei uma surra.
— O quê? — grita ele, assustado — Ela ficou louca? Quando eu aperto o peito da minha mulher ela fiса excitada, me faz carinho...
— É... mas você já tentou apertar o peito dela com a porta do carro?