No cinema, o rapaz vira-se para a garota e diz: — De quem são esses olhinhos? E ela: — São seus! — De quem é esse narizinho? — É seu! — De quem é essa barriguinha? — É sua! — De quem é essa bocetinha? Envergonhada, ela não respondeu. — De quem é essa bocetinha? — ele repetiu um pouco mais alto. Ela continuou calada, e ele num tom bem mais alto: — De quem é essa bocetinha? Aí alguém lá atrás gritou: — Epa! Acende a luz que acharam uma boceta!
No cinema, o rapaz vira-se para a garota e diz:
— De quem são esses olhinhos?
E ela:
— São seus!
— De quem é esse narizinho?
— É seu!
— De quem é essa barriguinha?
— É sua!
— De quem é essa bocetinha?
Envergonhada, ela não respondeu.
— De quem é essa bocetinha? — ele repetiu um pouco mais alto. Ela continuou calada, e ele num tom bem mais alto:
— De quem é essa bocetinha?
Aí alguém lá atrás gritou:
— Epa! Acende a luz que acharam uma boceta!