O coelho entra na lavanderia a seco e pede uma cenoura. — Não vendemos cenouras - responde o dono.- Pro- cure o quitandeiro mais adiante. No dia seguinte, o coelho volta, pedindo: — Tem cenouras? — Isto é uma lavanderia a seco - diz o propietá- rio, irritado. Vá à mercearia. No outro dia, o coelho vota. — Tem cenouras? - pergunta. — Já disse que não! -berra o dono. — Não vendemos cenouras! Se me perguntar de no- vo, vou pegar uma corda, amarrar você entregá-lo ao açougueiro aqui ao lado! No dia seguinte, o coelho volta, olha bem no olho do dono e pergunta: — Tem cordas? — Não diz o dono, intrigado. — Bem, então -diz o coelho -tem cenouras?
O coelho entra na lavanderia a seco e pede uma cenoura.
— Não vendemos cenouras - responde o dono.- Pro- cure o quitandeiro mais adiante.
No dia seguinte, o coelho volta, pedindo:
— Tem cenouras?
— Isto é uma lavanderia a seco - diz o propietá- rio, irritado. Vá à mercearia.
No outro dia, o coelho vota.
— Tem cenouras? - pergunta.
— Já disse que não! -berra o dono.
— Não vendemos cenouras! Se me perguntar de no- vo, vou pegar uma corda, amarrar você entregá-lo ao açougueiro aqui ao lado!
No dia seguinte, o coelho volta, olha bem no olho do dono e pergunta:
— Tem cordas?
— Não diz o dono, intrigado.
— Bem, então -diz o coelho -tem cenouras?