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Piadas Mais Novas - Page 1287
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Uma loira está em férias no Alasca e resolve pescar num lago congelado.
Ela compra o equipamento, enche uma garrafa térmica de capuccino, vai para um lago, senta-se numa cadeirinha e começa a fazer um corte circular no gelo.
De repente, ouve uma voz trovejante ecoando no céu:
— Não há peixes debaixo do gelo.
Surpresa, a loira reúne todo o equipamento, pega a cadeirinha, a vara de pescar, a garrafa de capuccino, vai para outro lugar, senta-se e começa de novo a cortar o gelo.
E escuta mais uma vez a voz trovejante:
— Não há peixes debaixo do gelo.
Um pouco assustada, ela pega a cadeira, a vara, a garrafa de capuccino e o resto da tralha, vai para outro canto, começa a fazer um novo buraco e...
— Não há peixes debaixo do gelo.
Então a loira para, ergue os olhos para o céu e pergunta:
— É você, Meu Deus?
E a voz responde:
— Não, sou o gerente do ringue de patinagem...
Houve um holocausto nuclear e só sobraram dois animais: um macaco e umelefante. Um dia, o macaco acordou excitado, virou-se para o elefante e falou:
— Que tal se a gente fizesse troca-troca?
O elefante achou legal e disse que o macaco podia começar, o danado domacaco não perdeu tempo e meteu a vara no rаво do elefante.
— E aí, elefante? - pergunta, depois de algumas bombadas.
— Tô sentindo nada... bota mais macaco!!
O macaco então enfia uma perna e pergunta de novo:
— E aí, elefante??
— Tô sentindo nada... bota mais macaco!!
O macaquinho se enfia com as duas pernas e o elefante fala:
— Macaco, bota as bolas macaco... as bolas macaco!!
— Filho d'uma рuта!! - pensa o macaco, já gozando...
— Agora é sua vez elefante! - O macaco já vai se pondo de quatro epensando em descontar a sасаnаgем do elefante...
O elefante mete só a ponta e o macaco diz:
— Uffsss!!! Tô... Tô sentindo... nada... mete mais elefante!!!
O suor pingava de tanta dor...
— E agora?? - pergunta o elefante, botando a cabeça inteira.
— Aahhhh!!! Tô sen... tindo naddaaaaa... mais!!! maiss!!! - o pobre macaco quase berra isso, de tanta dor...
O elefante, dá uma estocada e entra quase a metade.
— As bolas, as bolas!! - começa a berrar o macaco.
— Mas eu ainda não coloquei tudo!
— Não... São as bolas dos meus olhos que estão caindo!
O macaco vivia sempre feliz e de excelente humor, e ficou mais feliz ainda ao cumprir o sonho de sua vida e se casar com a girafa.
Uma semana após a boda, porém, reapareceu no barzinho que freqüentava quando solteiro e encontrou seus velhos amigos macacos. Todos se surpreenderam com a aparência lamentável do recém-casado: olheiras, respiração ofegante, ar cansado e triste.
— O que aconteceu? - perguntou um dos amigos. - Um cara como você, feliz, brincalhão, alegre, sempre pra cima, agora parece acabado...
— E eu estou mesmo acabado... A vida de casado não é fácil... antes eu estava sempre pra cima, mas agora estou pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo...
— Como assim "pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo"? - interrompeu um dos macaquinhos.
— Pra cima pra beijar, pra baixo pra meter, pra cima pra beijar, pra baixo pra meter...
Três lisboetas com a boca torta vão para um hotel.
Quando lá chegam, pedem um quarto e, quando lá chegam, deparam-se com um problema. O hotel era velho e a única luz era uma vela.
Ora, como tinham a boca torta, sopraram e sopraram, voltaram a soprar mas não a conseguiram apagar.
Nisto chega um alentejano, também com a boca torta. O recepcionista, vendo as semelhanças, despacha-o para o quarto dos lisboetas.
Quando lá chega, os lisboetas, no gozo, pedem-lhe para apagar a luz.
O alentejano, para não se cansar muito a soprar, molha o dedo na boca e apaga a luz.
Depois de ficar sem dinheiro, um homem sai do Casino Estoril às três da manhã, e vai para a praça de táxis.
— Boa noite. Olhe, tenho um problema: preciso que me leve a Lisboa. Não tenho aqui nenhum dinheiro comigo, mas se me levar a casa, moro num primeiro andar subo para ir buscar o dinheiro da corrida e pago-lhe.
— Nã, essa história não me cheira, já fui escaldado várias vezes... - respondeu o taxista.
— Faça-me lá esse favor. É que já é tão tarde e eu tenho que ir para casa.
— Nã, nã, nã... não o levo. Vá mas é andando.
Finalmente, o homem chegou a Lisboa como pôde. Cerca de um mês depois volta ao Casino e a sorte sorri-lhe ganhando uma pequena fortuna. Sai do Casino novamente por volta das quatro da manhã para apanhar um táxi e ao reparar que na praça de táxis, onde havia cerca de uns vinte táxis, o último táxi era o do outro dia, pensa para si mesmo:
— Espera aí meu grande desgraçado, hoje é que te vou ferrar.
Vai ter com o primeiro taxista:
— Olá, boa noite. Dou-lhe 200 euros se me levar a Lisboa, mas com uma condição.
— Claro que sim, seja qual for a condição aceita o taxista.
— Quando chegarmos a Lisboa tem de me сhuраr a gaita.
— Ó seu sacana, vá mas é chatear outro.
O segundo taxista:
— Olá, boa noite. Dou-lhe 200 euros se me levar a Lisboa, mas com uma condição.
— Pois não. O que é que tenho que fazer?
— Quando chegarmos a Lisboa tem de me сhuраr a gaita.
— Ponha-se mas é a andar antes que eu lhe parta as trombas.
Assim, correu toda a fila de táxis até que chegou ao último, e lhe disse:
— Olhe, dou-lhe 200 euros se me levar a Lisboa, mas com uma condição.
— Claro, diga lá qual é a condição respondeu o taxista.
— Quando passar por todos os outros taxistas da fila, levante os braços e grite:
"Vou para Lisboa, vou para Lisboa!"
O gaúcho vai ao médico com o rаво todo estourado.
— Sabe o que é, doutor? - ele começa a se explicar. - Ontem de manhã eu fui apanhar uma goiaba de uma árvore, escorreguei e caí sentado bem em cima de um toco.
O doutor o examina e conclui:
— Isso não é estrago de toco não, isso foi é рiса!
— Báh tchê! O doutor 'tá me estranhando? Eu não lhe disse? Foi um toco!
— Não senhor! Eu conheço bem! O senhor leva esse remédio... ele é ótimo para curar estrago de рiса.
— Que é isso, doutor? O senhor me dê um remédio pra estrago de toco!
— Tá bom! Eu vou te dar remédio pra toco, mas se for рiса você pode morrer!
— Então, está bem, doutor! Eu não vou ficar mais discutindo com o senhor, dá logo esse remédio pra рiса, mesmo! Mas que foi toco, foi toco!
Gaúcho chegou na delegacia, desesperado.
— Bah, tchê! Bah, tchê!
— O que foi, gaúcho? — disse o delegado, aflito.
— Acabei de ser atacado por um sujeito alto, forte, cheio de tatuagens!
— E o que ele fez?
— Me atacou, me dominou, tchê! Me estuprou, me comeu, tchê! E depois fugiu, tchê!
— Como ele era?
— Moreno, alto, musculoso...
— Fique tranqüilo. Nós vamos encontrar esse sujeito e prendê-lo!
— Barbaridade! Encontrá-lo tudo bem... Mas se o senhor não se incomodar eu queria prender o gato lá em casa!