— Quarenta e um! Quarenta e um! Quarenta e um!... Todo dia, a caminho do trabalho, um homem passava pela calçada do manicômio e ouvia os loucos repetirem em coro esse número. Até que um dia, não agüentando a curiosidade, arruma uma escada bem alta e trepa no murodo hospício. Ao chegar lá em cima, um dos loucos golpeia violentamente sua cabeça, derrubando-o. E continuam a contagem... — Quarenta e dois! Quarenta e dois! Quarenta e dois!...
— Quarenta e um! Quarenta e um! Quarenta e um!...
Todo dia, a caminho do trabalho, um homem passava pela calçada do manicômio e ouvia os loucos repetirem em coro esse número. Até que um dia, não agüentando a curiosidade, arruma uma escada bem alta e trepa no murodo hospício. Ao chegar lá em cima, um dos loucos golpeia violentamente sua cabeça, derrubando-o. E continuam a contagem...
— Quarenta e dois! Quarenta e dois! Quarenta e dois!...