— Um homem morava no interior e tinha um papagaio que cantava o hino nacional. Um dia ele resolveu levar o papagaio para são paulo, para ganhar dinheiro. Chegando lá numa praça central de são paulo, ele começou a gritar. Vem ver gente o papagaio mais inteligente do mundo, ele canta o hino nacional. Ai a mutidão começou a chegar, e ele falou para o papagaio; canta papagaio; canta. O papagaio besta do interior ficou envergonhado, e não cantou. Ai o caipira pegou um pedaço de раu e futucou no cú do papagaio. Ai o papagaio começou a cantar o hino nacional. Houvira do ipiranga as margens placidas; ai o caipira ficou contente e começou a gritar. Vem ver gente o papagaio mais inteligente do mundo, ele canta o hino nacional e o papagaio começou a cantar. Houvira do ipiranga as margens placidas, vá futuca o cú de sua mãe.
— Um homem morava no interior e tinha um papagaio que cantava o hino nacional.
Um dia ele resolveu levar o papagaio para são paulo, para ganhar dinheiro.
Chegando lá numa praça central de são paulo, ele começou a gritar.
Vem ver gente o papagaio mais inteligente do mundo, ele canta o hino nacional.
Ai a mutidão começou a chegar, e ele falou para o papagaio; canta papagaio; canta.
O papagaio besta do interior ficou envergonhado, e não cantou.
Ai o caipira pegou um pedaço de раu e futucou no cú do papagaio.
Ai o papagaio começou a cantar o hino nacional.
Houvira do ipiranga as margens placidas; ai o caipira ficou contente e começou a gritar. Vem ver gente o papagaio mais inteligente do mundo, ele canta o hino nacional e o papagaio começou a cantar.
Houvira do ipiranga as margens placidas, vá futuca o cú de sua mãe.