Um homem viajava num trem e no banco da frente, à sua frente, ia um casal de namorados no maior dos amassos. O rapaz apertou o nariz da namorada e perguntou: — Dói amorzinho? — Dói sim. Aí, ele deu um beijo no nariz dela e perguntou: — E agora? — Agora passou, meu bem. Em seguida, ele apertou a bochecha da garota: — Dói? — Dói sim. Ele não teve dúvidas. Deu-lhe um beijo na bochecha e perguntou: — E agora? — Agora já passou, meu anjo. Aí, o cara não agüentou e cutucou o ombro do rapaz, que se virou e disse: — Pois não. O que o senhor quer de mim? — Me diga uma coisa, boca santa... Curas hemorróidas?
Um homem viajava num trem e no banco da frente, à sua frente, ia um casal de namorados no maior dos amassos.
O rapaz apertou o nariz da namorada e perguntou:
— Dói amorzinho?
— Dói sim.
Aí, ele deu um beijo no nariz dela e perguntou:
— E agora?
— Agora passou, meu bem.
Em seguida, ele apertou a bochecha da garota:
— Dói?
— Dói sim.
Ele não teve dúvidas. Deu-lhe um beijo na bochecha e perguntou:
— E agora?
— Agora já passou, meu anjo.
Aí, o cara não agüentou e cutucou o ombro do rapaz, que se virou e disse:
— Pois não. O que o senhor quer de mim?
— Me diga uma coisa, boca santa... Curas hemorróidas?