Um usuário de um sistema de computação de Salvador reclama que seu sistema não funciona. — Vamos lá, meu companheiro, me diga qual é o problema. — Oxente, já expliquei uma montanha de vezes. Eu ligo o diacho do computador e só vem cebiquim... — Vem o que? — Cebiquim! Vocês não entendem nada de computador, oxente! Desconcertado, o analista vai para casa e, depois de consultar diversos manuais técnicos, verifica que a mensagem reportada simplesmente não existe... Muito desanimado, comenta o problema com a esposa, também baiana, sobre o usuário do "cebiquim". — Peraê... qual é a mensagem? — Cebiquim. — Ah! Já vi que você não fez o cara soletrar, né? A esposa leva o marido até o micro da casa, dá um "boot" e logo surge o prompt do DOS. — Taí o cebiquim - ela aponta. Era o "C:>"
Um usuário de um sistema de computação de Salvador reclama que seu sistema não funciona.
— Vamos lá, meu companheiro, me diga qual é o problema.
— Oxente, já expliquei uma montanha de vezes. Eu ligo o diacho do computador e só vem cebiquim...
— Vem o que?
— Cebiquim! Vocês não entendem nada de computador, oxente!
Desconcertado, o analista vai para casa e, depois de consultar diversos manuais técnicos, verifica que a mensagem reportada simplesmente não existe... Muito desanimado, comenta o problema com a esposa, também baiana, sobre o usuário do "cebiquim".
— Peraê... qual é a mensagem?
— Cebiquim.
— Ah! Já vi que você não fez o cara soletrar, né?
A esposa leva o marido até o micro da casa, dá um "boot" e logo surge o prompt do DOS.
— Taí o cebiquim - ela aponta.
Era o "C:>"