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O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:
— Vim me confessar, seu padre.
— Quais são seus pecados, meu filho?
— Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
— Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
— Isso não seria direito, padre.
— Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?
— Não, não!
— Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.
— Também não.
— Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
— Não. Nenhuma dessas, padre.
— Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.
O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:
— O padre o absolveu?
— Não, mas me deu três dicas sensacionais!
Paulinho chega a noite pra sua mulher todo animado para ter uma otima noite, ele deita na cama com ela e diz:
— Amor vamos tirar o atraso e dar um gratino?
Sua mulher quase que indignada responde:
— Paulinho, não é assim que se chega em uma mulher tem que ser educado.
— Tudo bem, amor.
Paulinho vai ao banheiro, passa um perfume, volta para cama e diz:
— Permita-me lhe fazer carinhos e depois entrar no buraco nеgrо Sua mulher responde:
— Nossa Paulinho, é isso que você acha do meu brinquedinho, poxa.
No outro dia Paulinho comentava com os amigos do trabalho que tinha percebido que sua mulher tinha ficado chateada. De tarde quando ele chega em casa, Paulinho vê algo inusitado, sua mulher está nua de pernas abertas com um espelho entre elas. Ele intrigado com aquilo pergunta:
— Amor, o que você está fazendo?
Ela tentando disfarçar responde:
— Tô fazendo exercícios, bem!
Ele percebendo a tentativa de fuga da situação da mulher diz:
— Pode continuar fazendo o exercício, mas cuidado para na cair nesse buraco aí, viu!
O Joaquim e o Manoel concorriam entre si, cada um com o seu bar, em esquinas opostas ao mesmo cruzamento.
O primeiro levava vantagem porque tinha a porta um papagaio falador que era o encanto da freguesia.
Resolvido a não ficar em desvantagem, foi ao mercado onde Lhe impingiram um filhote de coruja implume, como se fosse um papagaio recém-nascido, receptivo a qualquer ensinamento.
Três meses depois, o bichinho já estava todo emplumado e adulto, quando um freguês perguntou:
— Como é Joaquim, o papagaio já está falando?
— Não meu amigo, mas parece inteligente, pois presta uma atenção. . .
Eram dois amigos inseparáveis: Dirceu e Dirmeu.
Um dia, depois de uma longa discussão sobre reencarnação, céu e inferno, resolveram fazer um pacto: o primeiro que morresse, voltaria à Terra para contar ao outro o mistério da vida após a morte.
Os anos se lavaram, se passaram e se engomaram até que um belo dia Dirceu bate as botas.
Duas semanas depois, no meio da madrugada, Dirmeu vislumbra o vulto de Dirceu entrando no seu quarto.
— Oi, Dirmeu! Como tem passado? — pergunta o morto.
— Na mesma de sempre, e você?
— Nem te conto! Passo o dia inteiro fodendo!
— Tá brincando?
— Tô não! Logo de manhã, fodo umas duas ou três, descanso um pouco e pimba, dou mais umas quatro, tiro um cochilo e mando ver mais uma meia dúzia, como alguma coisa e às vezes dou mais umas duas.
— Caramba! — espantou-se Dirmeu. — Quer dizer, então, que lá no céu é uma maravilha?
— Céu? Quem te falou em céu, mermão! Eu reencarnei. Agora sou um touro reprodutor numa fazenda no Mato Grosso!