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Um cara encontra um amigo que está com um grande sorriso na cara:
— Então, Zé? Você está contente por quê?
— Pois então, você sabe que eu vivo ali ao lado da linha do trem. Ontem à noite ia eu sozinho para casa quando reparei numa garota amarrada aos trilhos, como nos filmes.
— Ah, você tá brincando! — exclamou o amigo.
— Nada, é sério. Eu fui lá e soltei-a e levei-a para minha casa. Bom, resumindo, faturei a mulher!
Fizemos amor a noite toda: cachorrinho, papai e mamãe, 69, umas vezes por cima, outras por baixo! Foi demais!
— Seu sortudo! E aí, vocês não fizeram sеxо оrаl?
— Não, não encontrei a cabeça dela.
O sujeito entra na sapataria e pede um dos modelos expostos na vitrina.
— Que número o senhor calça? — pergunta o vendedor, arriscando um palpite.
— 38!
O vendedor desaparece por uma porta e pouco depois volta com o sapato.
— Aqui está!
O cliente calça o sapato com enorme dificuldade, levanta-se com uma visível expressão de dor, dá algumas voltas pela loja e diz:
— Está ótimo, vou... ui... levar esse!
— O senhor não prefere experimentar um número maior? — pergunta o vendedor, apreensivo. — Parece que esse está lhe machucando.
— Não, não, vou levar... ai... esse mesmo!
— Mas...
— Olha, meu amigo! Fui demitido do meu emprego, a minha mulher fugiu com o meu melhor amigo, minha filha virou prostituta, meu filho está preso... de maneira que o único prazer que eu tenho na vida é chegar em casa e tirar esta bosta destes sapatos!
Apaixonado, o rapaz anuncia ao seu pai que vai se casar.
— Que ótimo, meu filho! — entusiasma-se o pai. — Quem é a felizarda?
— É a Jéssica, papai... Filha do seu amigo Alfredo.
— Fi... filha do Alfredo? — gaguejou o pai, estupefato. — Mas você não pode se casar com esta moça!
— Por que não?
— Sabe o que é? É que logo que eu casei com a sua mãe, toda vez que o Alfredo viajava, a sua mulher dormia aqui em casa e uma vez... bem, você sabe o que aconteceu, né?
— Quer dizer que a Jéssica é minha irmã?
O pai confirma com a cabeça e o rapaz se tranca no quarto chorando, desesperado.
Pouco depois, a sua mãe vai consolá-lo:
— O que houve, meu filho?
— É que o papai me contou que não posso me casar com a Jéssica...
— Que bobagem, meu filho! Claro que você pode se casar com ela.
— Mas ela é minha irmã!
— Sabe o que é? É que logo que me casei com o seu pai, todas as vezes que ele viajava, eu ia dormir na casa do Alfredo...
Um cara chega na farmácia e pede, aos gritos:
— Me dá cinco camisinhas, por favor!
O farmacêutico chama o rapaz de lado e diz:
— Olha, peça o que você precisa, mas não precisa gritar porque aqui sempre tem muitas senhoras e moças e não fiса bem você dizer camisinha em tom alto. Quando precisar de alguma coisa, peça pelo nome, sem gritar, está bem?
— Falou!
Dois dias depois, o rapaz chega na farmácia, chama o farmacêutico e pede discretamente:
— Eu quero vaselina, por favor.
O farmacêutico pede ao auxiliar que suba até a última prateleira para pegar o produto.
Do alto da escada o auxiliar fala em voz alta para o cliente:
— Amigo, quanto você quer?
O rapaz responde berrando:
— O suficiente para comer uns três cus.
Locutor português na inauguração da Rádio Relógio de Lisboa:
— Bom dia, amigos ouvintes, estamos aqui nos primeiros momentos de nossa nova rádio purtuguesa. E vamos anunciar as horas pela primeira vez: atenção, são nove horas, zero minutos, zero segundos, perdão, um segundo, perdão, dois segundos, perdão, três segundos, perdão ...
E tá assim até hoje...