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Adolfo está sentado em frente ao cassino, desconsolado, chorando copiosamente, com uma caixinha nas mãos quando passa um velho amigo e o aborda.
— Adolfo? — pergunta ele, espantado — Cara, o que aconteceu? O que você tá fazendo aí chorando?
— A morte! — gritou Adolfo, aos prantos — Eu quero a morte!
— Para com isso, cara! O que aconteceu?
— Eu perdi dinheiro no Cassino! Buááááá...
— Ah, não fiса assim, cara! Jogo é assim mesmo... Um dia a gente perde! No outro... a gente perde de novo! Quanto você perdeu? Uns mil reais?
— Que nada, cara! Foi mais!
— Sério? Foi quanto? Uns cinco mil?
— Mais, cara... Muito mais!
— Putz, cara! Vai me dizer que foi mais de 10 mil?
— Foi, cara! Foi bem mais...
— 50 mil? — perguntou ele, preocupado.
— Perdi 100 mil, cara! 100 mil!
— Caramba! Se eu perdesse 100 mil no cassino, minha mulher me arrancava as bolas!
E o Adolfo, chorando ainda mais:
— E o que você acha que tem dentro dessa caixinha?
Depois de dois anos de separação, John e Mary se encontram na festa de um amigo. Provocativo, John se aproxima da ex-esposa e comenta:
— Sabe Mary, depois de tudo o que você me fez, saiba que eu ainda gosto muito de você. Gosto tanto de você que, quando você morrer, vou ficar muito triste e vou mandar fazer uma lápide para colocar em seu túmulo:
"Aqui jaz Mary, fria como sempre".
— Sabe John, depois de tudo o que você me fez, saiba que eu também gosto muito de você. Gosto tanto de você que, quando você morrer, vou ficar muito triste e vou mandar fazer uma lápide para colocar em seu túmulo:
"Aqui jaz John, enfim durо!".