Elza T. Suguitame [email protected] Shizuoka-gotemba-Japan Os dois primos do interior resolveram, pela primeira vez, fazer compras na capital paulista.
Chegam num elegante shopping e entram pela porta giratoria, rodam, rodam e saem pelo lado de fora do shopping.
— Ue! Mas purque colocaram isso aqui qui num da pra nada! Se la em riba ta escrito Shopin! Reclama um deles.
— Oi! Oi la! E poita magica! O home entro la dentro e num saiu mais! Diz o outro.
— Tao querendo ingana nois, primo! Vamu prum otro shopin! E foram eles.
Na porta esta escrito PUSH. Entao, os dois puxam, puxam e a porta nao abre.
— Num intendo mermo a cidade grande! Reclama um deles.
— Vamu anda mais e ve si encontremu o que podemos entra! Disse o primo otimista.
E vao a procura de um outro shopping.
Chegam em frente a porta e neste nao esta escrito nada. Entao resolvem bater a porta.
— O de casa! Toc... Toc... E ninguem vem atende-los.
— O primo! Ninguem quer nois!Reclama o primo pessimista. E nesse instante, outro cliente aperta um botao, a porta abre e ele entra.
— Ve so! Granfino eles deixa entra e nois, nao!
Reclama desiludido o primo pessimista.
— Ah! Vamu deixa esse shopin preconceituso e vamu procura otro. Disse o primo otimista.
— Primo! Vamu desisti das compras! Convida o primo pessimista.
— Nao sinho! E esperança e a urtima que morre, num e. Intao vamu procura otro shopin qui num e preconceituso. Devedite!
E eles chegam a um outro shopping e a porta com sensor abre imediatamente com a chegada dos dois.
— Num falei, num falei! Esse nao e preconceituoso!
Disse o primo otimista.
— Nao e qui tem genti boa na capitar tamem!
— ----------------fim-------------------
— Era uma vez é um brega tinha três irmãs gêmeas trapceiras...
— Quando elas terminava de dá uma com o cliente, e depois de um certo ponto quando elas se cansavam, aí ela falava que ia ao banheiro, e lá já tinha as outras duas irmãs gêmeas, aí não tinha homem que aguentava!!!
— Mias um certo dia chegou um caipira do céara, lá do meio do certão brabo.
— Chegou e perguntou pra um homem que estava parado na rua, oh cabra sabe onde tem um brega pelo esse pedaço? Aqui?
— O homem chegou e falou rapáz, nessa rua aqui, tem um brega que tem uma mulher que te dá um canseira daquelas.
— Aí o caipira falou é dessas que eu gosto.
— Chegando lá na recepção do brega, o caipira falou eu quero essa mulher que o um cabra falou que dá canseira em todo mundo!!! Que na verdade são as três gêmeas, que se revesão...
— Aí o dono do brega, mandou ele subir para o quarto!!! Chegando lá no quarto uma das gêmeas já estava esperando!!!
— Aí, o caipira já foi tirando a roupa todo avexado!!! Ele pegou uma das gêmeas e deu o trato!!! Aí a gêmea cheio de truque, falou que ia ao banheiro, e lá estava as duas gêmeas.
— Aí já entrou outra gêmea no lugar da outra, aí o caipira, traçou a segunda, a terceira, a primeira novamente, fez um rodizio da gêmeas!!!
— Aí enquanto as gêmeas estavão se decidindo de quem era vez de ir novamente, o caipira estava sentado na beira da cama, de costa acendendo o cigarro com uma preda, dando um certa impressão que ele está se masturbando...
— Aí as gêmeas ver aquela cena, estavão todas ardidas, uma das gêmeas chegou e falou olha pra aquilo, chega sai lasca de faisca!!!
Um dia foi o cunhado visitar um parente lá na roça.
Quando chegou, viu que o compadre tava se arrumando pra ir caçar disse:
— Oi compadre, como é que vai?
E o compadre respondeu:
— To bem.
— Ta indo caçar?
— To sim, respondeu o compadre.
— Então venho outro dia.
— Não, Não,vamo junto comigo.
— Está bem, vamos.
E foi o compadre e o homem da cidade, daí o compadre foi na casinha do seu сасhоrrо soltá-lo e o homem da cidade perguntou:
— O que o compadre tá fazendo?
— Não ta vendo, to soltando o Baito.
— Mas porquê compadre? perguntou o homem da cidade.
— Porque quando eu solto o Baito ele vai correndo debaixo da árvore onde estão os Bugius.
No que o compadre soltou o Baito, foi a 100 por hоrа debaixo de uma árvore. Quando virão, o Baito olhando para cima e chorando, lá tava o Bugil, o compadre pegou a espingarda e dois tiro, no que caiu o bugiu, o Baito correu e fudeu o Bugiu, e o compadre disse:
— Chega Baito, vamo pegar outro. E saiu a 100 por hоrа denovo.
Devolta o Baito debaixo de uma árvore, olhando pra cima e chorando, e denovo um Bugil, o compadre pegou a espingarda, deu dois tiros, matou o Bugil e o Baito foi e fundeu o Bugil denovo.
E o compadre disse:
— Chega Baito, vamo pegar mais um. E o homem da cidade só olhando bem quieto e seguindo o compadre.
Denovo o Baito debaixo de uma árvore, olhando para cima e chorando, o compadre deu um tiro, matou o Bugil, mas o Bugil ficou preso no galho, o compadre carregou a espingarda e deu mais dois tiros e nada do Bugil descer e o homem da cidade disse:
— Vamos compadre, deixe esse Bugil para trás.
E o compadre disse:
— Não, se eu não tirar aquele Bugil, o Baito não sai daqui, vou ter que subir na árvore.
O pior que era uma árvore que manchava a roupa e o compadre teve que tirar o roupa para subir e falou para o homem da cidade:
— Fique com a espingarda.
— Porquê compadre?
— Porque se por ventura eu cair antes que o Bugil, você mata o Baito.