Um fazendeiro era doido pela sua vizinha boazuda, mas a vizinha era muito interesseira e também casada. Daí um belo dia ele viu a vizinha no meio do mato, chegou até ela e disse:
— Eu te dou o nosso melhor boi de corte, se a senhora deixar eu te ver de sutiã e calcinha...
— Ela mais que depressa falou que iria contar para o marido dela...
Mas ele insistindo, falando que ninguém iria ficar sabendo a convenceu... E lá foi pedir ao pai o boi:
— Pai, eu precido daquele boi bom que o senhor tem...
— Mas para quê meu filho?
— Não esquenta pai, o negócio é de retorno...
E o pai confiando no filho deu o boi, e a mulher ficou de calcinha e sutiã para ele. Só que ele nao se contentou e disse para ela:
— Se a senhora ficar nua, eu te dou as melhores vacas de leite da minha fazenda...
Ela se fazendo de difícil falou logo que ia contar para o marido... e ele a convenceu. E lá foi ele pedir ao pai:
— Pai, eu preciso daquelas vacas de leite...
— Para quê meu filho?
— Não esquenta pai, que o negócio é de retorno...
E o pai deu as vacas, e lá foi ele todo contente.
Ao vê-la nua ele ficou louco, e pediu para colocar a "cabecinha". E ela se fez de difícil... mas ele desta vez prometeu a fazenda inteira e ela aceitou, foi até o pai:
— Pai, preciso da escritura da fazenda...
— Você tá louco meu filho? Pra quê?
— Pai, o negócio é de retorno...
E o pai deu, só que foi atrás do filho escondido para descobrir o que havia...
Chegando, se escondeu atras de uma moita e ficou observando...
A mulher por sua vez foi ficando louca...
— Põe tudo!!! Ela dizia _Não, sou um homem de palavra, se é só a cabeça, vai ser só a cabeça...
— Mas eu te devolvo o boi, as vacas, até sua fazenda. Ela dizia.
— Não,sou um homem de palavra...
E ela cada vez mais louca disse:
— Te dou até minha fazenda...
Nisso o pai dele pulou de trás da moita, bateu na bunda do filho e disse:
— Negócio fechado!
Num belo dia, o compadre Zé quis apostar com o compadre Mané, quem iria conceguir caçar mais Tatu-peba.
O compadre Mané, topou e disse:
— Intão tá, mais vai ter que ser amanhã cedinho, as 7h da manhã.
O compadre Zé fala:
— Combinado intão, compadre Mané, às 7h da manhã vamos caçar.
No outro dia às 7h em ponto os dois se encontram, e cada esconhe o seu rumo e partem para a caçada..
Próximo de escurecer, o cumpadre Zé chega com um carro de boi, com 63 Tatu-peba.
Em seguida vem chegando o cumpadre Mané, com uma pampinha, e ele descarregou 221 Tatu-peba.
O cumpadre Zé, ficou doido, e perguntou ao cumpadre Mané:
— O cumpadre como ôce cunsiguiu caçar tudo isso?
O cumpadre Mané responde:
— Ora, eu chegava na toca dos Tatu-peba, colocava a manguerinha do butijao de gais e ligava.. Os tatu-pebas ficavam todos tontos e saim da toca.
O cumpadre Zé, ficou doido com a história, e indiguinado disse ao outro cumpadre:
— Ora, com gais nao não vale nao, e eu quero outra disputa.. Тора cumpadre? Mas não vai poder usar gais.!
O cumpadre Mané responde:
— Intão tá combinado, e eu nao vou usar gais.
No outro dia, no mesmo lugar os dois se encontram novamente, mas o cumpadre Mané estava com uma caixinha.. E o cumpadre Zé curioso, pergunta:
— O cumpadre o que ta levando ai na caixinha..?
— É o que vou utilizar para caçar os tatu-pebas..
Depois da resposta firme, os dois pegaram cada um, o seu rumo e foram a caça..
No fim do dia, o cumpadre Zé chega com um caminhão Mercedes Benz 1313, com 1231 Tatu-pebas, e ele já tava contando vitoria.. mas derrepente ele escuta um som de uma Carreta, e não era que é o cumpadre Mané, ochê.
O cumpadre Mané enconsta a carreta Volvo, e descarrega 3451 tatu-pebas..
O cumpadre Zé ficou louco e começou a insinuar que o cumpadre Mané tinha usado gais de novo. E pediu uma explicação ao cumpadre Mané..
O cumpadre Mané muito alegre disse:
— É o seguinte cumpadre, naquela caixinha eu estava levando um sininho. E quando eu chegava nos burracos dos Tatu-pebas eu vazia o seguinte:
— Dim, dim, dim..
— Oia o Gais...
— E ai os Tatu-pebas saiam todos da toca, assustas com medo do gais, i eu pegava todos.
Três comprades Chico, zé da bangela e sivito, amigos de infância, mantinham uma fazenda em sociedade, era conhecidada em todos os arredores com "Fazenda da santíssima tríndade".
Esforçados eles dedicavam-se tanto ao trabalho que não tinham tempo de ir a igreja para participar de missas nem para se cofessar.
Certo dia sivino iluminado achou necessidade de ir participar um pouco da missa e aproveitar para se confessar. Combinou com seu outros 2 comprades e acertaram tudo para o domingo.
Naquele dia, todos arrumados e acompanhados de suas senhoras, assitiram a missa normalmente e, ao termino desta, foram se confessar.
O primeiro foi Zé da bangela, pediu a benção e escutou a conhecida colocação do padre:
— Quantas pessoas na Santíssima tríndade?
Como nunca havia participado de missas e muito menos se confessado, sem jeito e assimilando que a pergunta do padre fosse objetiva respondeu:
— Ah, Lá trabalham umas 100, talvez 150.
O padre estranhou e perguntou novamente, só escutou a mesma resposta. Irritado, e pensando que estava sendo esnobado largou o verbo:
— Que tipo de católico e você que não sabe nem se confessar?! Sai daqui seu...
Constrangido e sem jeito foi questionado pelos comprades o porque daquela cara, ao contar o fato chico, que era o próximo não conteve o rizo e chamando seu compadre de "indiota" foi até o confessionário e escutou do padre a mesma pergunta:
— Quantas pessoas na santíssima tríndade?
— Com certeza umas 1000 e poucas pessoas.
— Idiота numca mais volte nesta copela seu ateu.
Ao contar para os comprades, sivino riu e foi se confessar ;
Escutou do padre a mesma pergunta e respondeu mostrando três dedos, escutou do padre:
— Muito bem meu filho pelo menos você sabe um pouco de religião, mas quem são?
— Eu comprade chico e Zé da bangela>